sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Mais Cristo, Menos Cristianismo
Toda religião está estruturada em dogmas, rituais e códigos morais. O Cristianismo também. Mas não são os dogmas, os rituais e os códigos morais que definem a experiência pessoal com Cristo. O apóstolo Paulo esclareceu que os seguidores de Jesus não podem ser reduzidos a observadores de rituais e padrões morais: Portanto, não permitam que ninguém os julgue pelo que vocês comem ou bebem, ou com relação a alguma festividade religiosa ou à celebração das luas novas ou dos dias de sábado. Estas coisas são sombras do que haveria de vir; a realidade, porém, encontra-se em Cristo […] Já que vocês morreram com Cristo para os princípios elementares deste mundo, por que, como se ainda pertencessem a ele, vocês se submetem a regras: “Não manuseie!”, “Não prove!”, “Não toque!”? Todas essas coisas estão destinadas a perecer pelo uso, pois se baseiam em mandamentos e ensinos humanos. Essas regras têm, de fato, aparência de sabedoria, com sua pretensa religiosidade, falsa humildade e severidade com o corpo, mas não têm valor algum para refrear os impulsos da carne [Colossenses 2.16,17,20-23].
Retirado do Site: http://www.ibab.com.br/terça-feira, 4 de outubro de 2011
PALAVRA DO DIA
"Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, se não tiver amor, nada serei. Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me valerá"
I CORINTIOS 13:1-3
I CORINTIOS 13:1-3
UM CLAMOR
"Por que não consigo fazer aquilo que eu sei que devo fazer? Por que as minhas atitudes aquilo que eu sei que seria o correto? Tento orar, mas não consigo. Ler a Bíblia, também não consigo. Estou cansado de ser quem sou, estou enjoado de viver comigo mesmo! Deus, tem misericórdia de mim e faça ouvir a tua voz novamente, andar contigo mais uma vez! Sei que sou eu quem devo dar este passo, mas sem a sua ajuda eu não consigo"!
AUTOR DESCONHECIDO.
Já perdi as contas de quantas vezes me senti conforme a frase acima! A verdade descrita na Bíblia de que o mal que eu não quero, esse eu faço e o bem que eu quero, esse eu não faço segue as nossas vidas.
O que mais me chama a atenção é que mesmo o autor da frase reconhecendo que é ele quem precisa tomar uma decisão, diz que sem a ajuda de Deus ele não0 conseguirá.
Isso me faz pensar em como precisamos de Deus em qualquer situação, em qualquer momento.
Portanto, nas horas difíceis, mesmo sabendo que estamos errados, devemos contar e clamar pela ajuda de Deus, pois Ele é um pai misericordioso sempre pronto a abrir os braços e nos receber em seu colo.
Pai, nos ajude nesta caminhada! AMÉM
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Segue texto enviado por meu aluno e amigo Cleciomar Leandro. Desde o dia em que o conheci, pude ver em seus olhos o amor por Cristo. Durante os anos que estivemos juntos, suas atitudes somente confirmaram que Cristo habita na vida dele, e que é possível vivermos de uma forma que agrada a Deus.
Espero que gostem!
Encontrart.2011(Deus e sua criação)
A muito anos atrás, em um momento específico, a matéria e a substância,que antes nunca existira foram criada por Deus.
No principio de sua criação a terra estava informe e vazia, coberta por trevas, não havia uma forma ordenada, estava sombria sem nenhum ser vivente e destituído do minimo de vestígio de vida e luz.então.....
Deus criou a luz!!! para dissipar as trevas, e deu forma ao universo. Deus pôs em ordem a sua criação, Ele deu vida a sua criação.E terminando , observou, que tudo era bom.
É notório a manifestação da sua glória, majestade e poder. Os céus e o firmamento anunciam as obras de suas mãos, seu poder se manisfesta em todos os elementos da natureza, sol, lua, árvores, vento, chuva, neve e animais, todos eles refletem a sua glória.
E disse Deus: façamos o homem nossa imagem e nossa semelhança, Deus projetou o homem como um ser trino em um (corpo, alma e espírito), possuidor da razão, emoção e vontade.
E disse Deus: Frutificai-vos e multiplicai-vos, Deus criou o universo na mais perfeita harmonia. Entregou-o aos humanos para que usufruíssem de seus bens, e também cuidassem dele, então o homem dominou sobre a terra e o reino animal, ele havia ganhado de Deus uma herança, a natureza à sua disposição.
Mas o homem se rebelou contra Deus, o seu criador, revelando uma natureza frágil e sujeito à quedas e recaídas, assim desobedecendo o seu mandamento teve por conseqüências a expulção do paraíso, tornando-se peregrinos na própria terra que Deus entregou a ele por herança, o homem tornou a terra maldita , permitindo que as insinuações do maligno o afaste-se do caminho da graça, paz e felicidade que existiam no princípio, tudo isso foi abafado com a entrada do pecado ao mundo.
Houve uma ruptura da criatura com o seu criador, o homem dotado de inteligência foi levado pela ambição, ele percebeu e descobriu a desigualdade entre ele e o seu criador e tentou igualar-se a Deus, na grandeza e no poder.
Usou o conhecimento da tecnologia não apenas para o bem, as invenções que tanto favoreceram a humanidade estão destruindo a nosso planeta e causando destruição e morte, ao invés de descobertas para curar os doentes, ele criou as armas nucleares, tranformou o avião e arma de guerra.
Ele teve a capacidade de mudar o clima do planeta, furacões, tempestade, raios, inundações, secas, vendavais e as erupções vulcânicas. Espalhando a guerra, a fome, os homicidios, sem esquecer das destruições referentes à vida, sangue inocente sendo derramado em todo mundo. Os homens que perderam a fé e o amor tornaram –se impuros prisioneiros do mal e espiritualmente cegos, surdos e mudos.
De tão poderosos para tão vuneráveis, carregam consigo a fragilidade do barro dos quais foram criados, assim o homem se frustra com a força do seu braço, tendo que lutar pela sua sobrevivância, desejando restaurar sua relação com o Criador.
Mas, Deus conhecia sua criação e havia colocado dentro do homem o livre arbítrio para escolherem entre bem ou mal...um ser capaz de amar, perdoar e reconhecer suas falhas e a soberania do Criador...Deus desejou tanto,tanto ,tanto, esse relacionamento como a raça humana que ele prometeu que enviaria o Salvador para redimir a humanidade das consequências do pecado.
Porque o mal já havia plantado na terra as suas raízes. Ele veio para sanar esse mal e restaurar as relações do homem com seu Criador. A graça nos foi dada em abundância, com a vinda de Jesus ao mundo.
Para que hoje você não fosse escravo do pecado e livre de todas as amarras que o mundo lhe tem colocado, para isso só basta que você o receba em sua vida, pois ele quer que façamos o que é direito, amemos uns aos outros com dedicação e zelo, que vivamos em humildade e obediência ao nosso Deus.
“Pois se o filho vós libertar verdadeiramente sereis livres”. João 8:36
terça-feira, 20 de setembro de 2011
PARA QUE SERVE A IGREJA?
Texto extraído do Blog do Pastor Ed Renê Kivitz da Igreja Batista de Água Branca.
Site do pastor Ed: http://www.edrenekivitz.com/
Site da Igreja Batista de Água Branca: http://www.ibab.com.br/
O mundo religioso tem seu mais novo personagem: o evangélico não praticante. A informação aparece nos resultados das últimas pesquisas realizadas pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais (Ceris) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas pela reportagem O novo retrato da fé no Brasil, publicada na edição 2180 da revista ISTOÉ, de agosto último.
Os evangélicos não praticantes são definidos como “os fiéis que creem mas não pertencem a nenhuma denominação”, sendo cada vez maior o número de pessoas que “nascem em berço evangélico – e, como muitos católicos, não praticam sua fé”. Os dados revelam que “os evangélicos de origem que não mantém vínculos com a crença saltaram, em seis anos, de 0,7% para 2,9%. Em números absolutos, são mais de 4 milhões de pessoas nessa condição”.
As pesquisas apenas confirmaram uma tendência há muito identificada, a saber, o crescente número de pessoas que buscam espiritualidade sem religião, e deseja a experiência da fé sem a necessidade de submissão às instituições religiosas. É o fenômeno da fé privatizada, em que cada um escolhe livremente o que crer, retirando ingredientes das prateleiras disponíveis no mercado religioso.
O novo cenário faz surgir perguntas que exigem respostas urgentes: Para que serve a igreja? Qual a função da comunidade cristã na sociedade e na experiência pessoal de peregrinação espiritual?
A experiência dos cristãos no primeiro século, no dia seguinte ao Pentecostes, narrada no livro dos Atos dos Apóstolos [2.42-47; 4.32-35], serve de referência para a relevância da vivência em comunidade.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a memória da pessoa e obra de nosso senhor Jesus Cristo: “Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos”. Em tempos chamados pós modernos, quando as crenças são desvalorizadas e as verdades se tornam subjetivas e particulares, é importante saber não apenas em quem se crê, e os cristãos compreendem a fé como confiar em uma pessoa, Jesus Cristo, mas também saber o que se crê, e por isso os cristãos chamam de fé também um conjunto de crenças e afirmações a respeito do Deus em quem crêem–confiam. O Evangelho é uma boa notícia, e os cristãos devem saber qual é essa notícia. A igreja é a comunidade que preserva a memória de Jesus, sua pessoa e obra.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança que se fundamenta na abertura para o mistério divino: “Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos [...] com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”.
Em tempos de banalização do sagrado, as pessoas perdem a noção do que Rudolf Otto chama “mysterium tremendum”, isto é, já não têm na alma o temor que coloca o homem de joelhos diante da manifestação do divino e nem mesmo esperam que tal aconteça. A igreja é a comunidade que preserva a expectativa de que o céu se abra, de que o favor divino se derrame sobre a terra.
Enquanto o mundo vai se tornando cada vez mais frio e fechado, condenado às estreitas possibilidades da racionalidade e dos limites do poder humano, a igreja fala do milagre como possibilidade real e os cristãos se dedicam às orações.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a oferta do amor de Deus em resposta à solidão humana: “Eles se dedicavam à comunhão, ao partir do pão [...] Todos os que criam mantinham se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade [...] Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham.
Não havia pessoas necessitadas entre eles, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda e o colocavam aos pés dos apóstolos, que o distribuíam segundo a necessidade de cada um”. Em tempos de individualismo, egoísmo, segregação, e competição darwinista, a igreja é a comunidade da fraternidade, da partilha, da solidariedade e da generosidade. A igreja é a comunidade da aceitação, do perdão e da reconciliação. É na igreja que se concretiza a oração de Jesus a respeito de Deus e os homens: “que sejam um”.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter vivos os sinais do reino de Deus na história: “grandiosa graça estava sobre todos eles”. Conforme Jung Mo Sung, “a igreja é o povo de Deus a serviço do testemunho da presença do Reino de Deus”, que se completa com a afirmação de Ariovaldo Ramos: “a igreja deve viver o que prega para poder pregar o que vive”. A igreja é a comunidade em que o anúncio da presença do Reino de Deus entre os homens é seguido do convite desafio: “Vem e vê”, pois o Evangelho de Jesus Cristo não é apenas uma mensagem em que se deve crer, mas principalmente um novo tempo em que se deve viver.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança da ressurreição: “Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”. Quando o lacre romano do túmulo de Jesus foi rompido no domingo da ressurreição, a vida afirmou sua vitória sobre os agentes promotores e mantenedores da morte, sobre os processos de morte, que serão enfrentados pela esperança de que um dia a própria morte, último inimigo, cairá de joelhos diante do Senhor da vida.
A igreja é a comunidade dos que se rebelam contra a morte em todos os lugares e todas as dimensões, e contra ela lutam com todas as forças que recebem do doador da vida.
A igreja é a comunidade dos que já não vivem com medo da morte (Hebreus 2.14), dos que anunciam e vivem dimensões da vida, e dos que profetizam a ressurreição até o dia quando, aos pés do Cristo de Deus, celebrarão a vitória daquele que no Apocalipse diz: “Não tenham medo. Eu tenho as chaves da morte e do inferno”, pois “Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último. Sou aquele que vive. Estive morto mas agora estou vivo para todo o sempre!”. Amém.
Site do pastor Ed: http://www.edrenekivitz.com/
Site da Igreja Batista de Água Branca: http://www.ibab.com.br/
O mundo religioso tem seu mais novo personagem: o evangélico não praticante. A informação aparece nos resultados das últimas pesquisas realizadas pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais (Ceris) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas pela reportagem O novo retrato da fé no Brasil, publicada na edição 2180 da revista ISTOÉ, de agosto último.
Os evangélicos não praticantes são definidos como “os fiéis que creem mas não pertencem a nenhuma denominação”, sendo cada vez maior o número de pessoas que “nascem em berço evangélico – e, como muitos católicos, não praticam sua fé”. Os dados revelam que “os evangélicos de origem que não mantém vínculos com a crença saltaram, em seis anos, de 0,7% para 2,9%. Em números absolutos, são mais de 4 milhões de pessoas nessa condição”.
As pesquisas apenas confirmaram uma tendência há muito identificada, a saber, o crescente número de pessoas que buscam espiritualidade sem religião, e deseja a experiência da fé sem a necessidade de submissão às instituições religiosas. É o fenômeno da fé privatizada, em que cada um escolhe livremente o que crer, retirando ingredientes das prateleiras disponíveis no mercado religioso.
O novo cenário faz surgir perguntas que exigem respostas urgentes: Para que serve a igreja? Qual a função da comunidade cristã na sociedade e na experiência pessoal de peregrinação espiritual?
A experiência dos cristãos no primeiro século, no dia seguinte ao Pentecostes, narrada no livro dos Atos dos Apóstolos [2.42-47; 4.32-35], serve de referência para a relevância da vivência em comunidade.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a memória da pessoa e obra de nosso senhor Jesus Cristo: “Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos”. Em tempos chamados pós modernos, quando as crenças são desvalorizadas e as verdades se tornam subjetivas e particulares, é importante saber não apenas em quem se crê, e os cristãos compreendem a fé como confiar em uma pessoa, Jesus Cristo, mas também saber o que se crê, e por isso os cristãos chamam de fé também um conjunto de crenças e afirmações a respeito do Deus em quem crêem–confiam. O Evangelho é uma boa notícia, e os cristãos devem saber qual é essa notícia. A igreja é a comunidade que preserva a memória de Jesus, sua pessoa e obra.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança que se fundamenta na abertura para o mistério divino: “Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos [...] com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”.
Em tempos de banalização do sagrado, as pessoas perdem a noção do que Rudolf Otto chama “mysterium tremendum”, isto é, já não têm na alma o temor que coloca o homem de joelhos diante da manifestação do divino e nem mesmo esperam que tal aconteça. A igreja é a comunidade que preserva a expectativa de que o céu se abra, de que o favor divino se derrame sobre a terra.
Enquanto o mundo vai se tornando cada vez mais frio e fechado, condenado às estreitas possibilidades da racionalidade e dos limites do poder humano, a igreja fala do milagre como possibilidade real e os cristãos se dedicam às orações.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a oferta do amor de Deus em resposta à solidão humana: “Eles se dedicavam à comunhão, ao partir do pão [...] Todos os que criam mantinham se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade [...] Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham.
Não havia pessoas necessitadas entre eles, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda e o colocavam aos pés dos apóstolos, que o distribuíam segundo a necessidade de cada um”. Em tempos de individualismo, egoísmo, segregação, e competição darwinista, a igreja é a comunidade da fraternidade, da partilha, da solidariedade e da generosidade. A igreja é a comunidade da aceitação, do perdão e da reconciliação. É na igreja que se concretiza a oração de Jesus a respeito de Deus e os homens: “que sejam um”.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter vivos os sinais do reino de Deus na história: “grandiosa graça estava sobre todos eles”. Conforme Jung Mo Sung, “a igreja é o povo de Deus a serviço do testemunho da presença do Reino de Deus”, que se completa com a afirmação de Ariovaldo Ramos: “a igreja deve viver o que prega para poder pregar o que vive”. A igreja é a comunidade em que o anúncio da presença do Reino de Deus entre os homens é seguido do convite desafio: “Vem e vê”, pois o Evangelho de Jesus Cristo não é apenas uma mensagem em que se deve crer, mas principalmente um novo tempo em que se deve viver.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança da ressurreição: “Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”. Quando o lacre romano do túmulo de Jesus foi rompido no domingo da ressurreição, a vida afirmou sua vitória sobre os agentes promotores e mantenedores da morte, sobre os processos de morte, que serão enfrentados pela esperança de que um dia a própria morte, último inimigo, cairá de joelhos diante do Senhor da vida.
A igreja é a comunidade dos que se rebelam contra a morte em todos os lugares e todas as dimensões, e contra ela lutam com todas as forças que recebem do doador da vida.
A igreja é a comunidade dos que já não vivem com medo da morte (Hebreus 2.14), dos que anunciam e vivem dimensões da vida, e dos que profetizam a ressurreição até o dia quando, aos pés do Cristo de Deus, celebrarão a vitória daquele que no Apocalipse diz: “Não tenham medo. Eu tenho as chaves da morte e do inferno”, pois “Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último. Sou aquele que vive. Estive morto mas agora estou vivo para todo o sempre!”. Amém.
PALAVRA DO DIA
"Mas agora assim diz o Senhor, aquele que o criou, ó Jacó, aquele que o formou, ó Israel: "Não tema, pois eu o resgatei; eu o chamei pelo nome; você é meu. Quando você atravessar as águas eu estarei com você; quando atravessar os rios, eles não o encobrirão. Quando você andar através do fogo, não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas"
ISAIAS 43:1-2
ISAIAS 43:1-2
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
PALAVRA DO DIA
"Seja constante o amor fraternal. Não se esqueçam da hospitalidade; foi pratcando-a que, sem o saber, alguns acolheram anjos"
HEBREUS 13:1
HEBREUS 13:1
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