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domingo, 21 de agosto de 2011

PARA PENSAR!

"Quem diz que crê em Deus e, no entanto não o ama e nem o teme na verdade não crê Nele, mas naqueles que ensinaram que Deus existe. Quem acredita que crê em Deus, mas não tem nenhuma ira no coração, nenhuma angústia no espírito, nenhuma incerteza, nenhuma dúvida, nenhum indício de desespero, mesmo quando consolado, crê apenas na ideia de Deus e não em Deus"

MIGUEL DE UNAMUNO

A PEDRA

A história de ressurreição de Lázaro sempre foi uma das que mais me impressionou na Bíblia.

O fato de as pessoas pensarem que Jesus havia chegado atrasado, as irmãs chorando, e o próprio Jesus chorou. Acho que não foi pelo amigo morto, mas pela incredulidade daqueles que estavam ao lado do Mestre, mas não conseguiam crer que Ele pudesse fazer alguma coisa.

Lázaro estava sepultado conforme os costumes da época em uma caverna com uma pedra colocada à entrada. Jesus chega e pede para que tirem a pedra. As pessoas o questionam dizendo que o corpo já cheira mal, mas acabam obedecendo. Ele então chama o amigo pelo nome LÁZARO VEM PARA FORA!

Essa imagem para mim é fantástica. Uma pedra colocada entre duas situações totalmente diferente: de um lado da pedra a caverna que lembra a morte, e do outro Jesus representando a vida.

Lázaro obedece e vem para o lado da vida, deixando a morte para trás e se encontrando com o Mestre e amigo.

Me pergunto de que lado da pedra estamos? Será que já demos ouvidos ao chamado de Jesus e passamos para o outro lado da pedra, ou se ainda preferimos ficar no lado da morte, dizendo: se Jesus chegasse antes isso não teria acontecido!

E pensem: Jesus já removeu a pedra na curz do calvário. Escolher de que lado da pedra ficar cabe a cada um de nós.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

REPORTAGEM - FOLHA DE SÃO PAULO - ON LINE

Este é um dado para que as igrejas repensem as suas estratégias.


Cresce o número de evangélicos sem ligação com igrejas
Especialistas dizem que processo pode ser análogo ao de quem se identifica como 'católico não praticante'


Pesquisa mostra que, entre 2003 e 2009, fatia de fiéis que dizem não ter vínculo institucional saltou de 4% para 14%

Pedro Carrilho/Folhapress

Verônica de Oliveira, do Rio de Janeiro, frequenta três igrejas diferentes

ANTÔNIO GOIS
DO RIO
HÉLIO SCHWARTSMAN
ARTICULISTA DA FOLHA

Verônica de Oliveira, 31, foi batizada católica e vai à missa aos domingos. No entanto, moradora do morro Santa Marta, no Rio, é vista com frequência também nos cultos das igrejas evangélicas Deus é Amor e Nova Vida.
Quando questionada sobre sua filiação, dispara: "Nem eu sei explicar direito. Acho que Deus é um só".
Em cada igreja, ela gosta de uma característica. Na Católica, são os folhetos distribuídos na missa. Na Deus é Amor, "um pastor que fala uma língua meio doida".
Na Nova Vida, aprecia o fato de lerem bastante a Bíblia
Mais do que trair hesitações teológicas, casos como o de Verônica, de "religiosos genéricos", que não se prendem a uma denominação, crescem nas estatísticas.
Um bom indício do fenômeno surge nos dados sobre religião da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), do IBGE, que pesquisou o tema em 2003 e 2009. No período, só entre evangélicos, a fatia dos que se disseram sem vínculo institucional foi de 4% para 14% -um salto de mais de 4 milhões de pessoas.
Entram nesse balaio, além de multievangélicos como Verônica, pessoas que não se sentem ligadas a nenhuma igreja específica, mas não deixaram de considerar-se evangélicos, em processo análogo ao dos chamados "católicos não praticantes".
A intensidade exata do fenômeno só será conhecida quando saírem dados de religião do Censo de 2010.
No entanto, para especialistas consultados pela Folha, a pesquisa, feita a partir de amostra de 56 mil entrevistas, é suficiente para dar boas pistas do movimento.
O pesquisador Ricardo Mariano, da PUC-RS, reconhece que vem ocorrendo aumento de protestantes e pentecostais sem vínculos institucionais, ainda que ele tenha dúvidas se o crescimento foi mesmo tão intenso quanto o revelado pelo IBGE.

INDIVIDUALISMO
Para ele, a desinstitucionalização é resultado do individualismo e da busca de autonomia diante de instituições que defendem valores extemporâneos e exigem elevados custos de seus filiados.
De acordo com o professor, parte dos evangélicos adota o "Believing without belonging" (crer sem pertencer), expressão cunhada pela socióloga britânica Grace Davie sobre o esvaziamento das igrejas ao mesmo tempo em que se mantêm as crenças religiosas na Europa Ocidental.
Para a antropóloga Regina Novaes, uma pergunta que a pesquisa levanta é se este "evangélico genérico" tem semelhanças com o católico não praticante. Para ela, "ambos usufruem de rituais e serviços religiosos mas se sentem livres para ir e vir".
Diana Lima, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos, levanta outra hipótese: "Minha suspeita é que as distinções denominacionais talvez não façam para a população o mesmo sentido que fazem para religiosos e cientistas sociais. Tendo um Jesus Cristo ali para iluminar o ambiente, está tudo certo".
Os dados do IBGE também confirmam tendências registradas na década passada, como a queda da proporção de católicos e protestantes históricos e alta dos sem religião e neopentecostais.
No caso dos sem religião, eles foram de 5,1% da população para 6,7%. Embora a categoria seja em geral identificada com ateus e agnósticos, pode incluir quem migra de uma fé para outra ou criou seu próprio "blend" de crenças -o que reforça a tese da desinstitucionalização.
Para o demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, do IBGE, o que está ocorrendo é um processo de democratização religiosa, "com todos os problemas da democracia".
O maior perdedor é a Igreja Católica, que ficou sem seu monopólio. Segundo Alves, ela vai ceder mais terreno, porque os católicos se concentram nas parcelas de menor dinamismo demográfico.
Já os evangélicos ainda vão crescer muito, garante o demógrafo, pois ganham entre as parcelas da população que têm maior fecundidade.
Outro dado interessante da POF é que aumentou o número dos que declararam uma religião não identificada pelos pesquisadores, o que indica que na década passada mais igrejas surgiram e passaram a disputar o "supermercado da fé", na expressão depreciativa utilizada pelo papa Bento 16.
Por ser amplo, o levantamento permite também identificar, denominação por denominação, o tamanho de cada igreja.
A Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, registrou queda de 24% no número de fiéis. O recuo pode estar relacionado com a criação de igrejas dissidentes.
Ao analisar os números, porém, os pesquisadores consultados dizem que é preciso esperar o Censo para confirmar esse movimento.

domingo, 14 de agosto de 2011

VER A DEUS!

É engraçado como as pessoas procurarm ver a Deus!

Elas querem vê-lo em grandes obras, em grandes milagres, em grandes curas, e quando essas coisas não acontecem, alguns logo pensam que Deus as abandonou.

Esquecemos de olhar as coisas simples, e perceber que o Senhor nos acompanha em todos os momentos.

Lembro uma vez que estava fazendo um trabalho com fantoches na  Igreja Primitiva da Fé de Ermelino Matarazzo, pastoreada pelo nosso querido amigo e irmão em Cristo, Pastor Novais, e ao final do trabalho, uma senhora, muito simples, com roupas muito simples, com muitas falhas nos dentes e sem saber falar direito, me deu um dos sorrisos mais bonitos que já vi, me abraçou e disse: "Obrigado, acho que eu nunca me diverti tanto! Deus te abençoe"

Naquele momento tive a certeza de que vi a Cristo naquele simples gesto.

Vi como Cristo se manifesta através das pessoas simples e de coração sincero, e me senti útil e usado por Deus, por ter levado alegria para aquela senhora, que mesmo com tantas dificuldades que aparentava ter, estava lá agradecendo a Deus por sua vida.

Isso me faz lembrar Matheus 25:35-36 "Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer, tive sede, e vocês me deram de beber, fui estrangeiro e vocês me acolheram, necessitei de roupas e vocês me vestiram, estive enfermo, e vocês cuidaram de mim, estive preso e vocês me visitaram"

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

OS DOMINGOS PRECISAM DE DESCANSO

Caros,

Vi esse texto quando estava lendo o blog de Ana Paula Valadão, e acho que existem alguns princípios que devemos retornar.

O Blog da Ana Paula Valadão pode ser acessado através do site do Ministério Diante do Trono.http://www.diantedotrono.com.br/

Os Domingos Precisam de Feriados

Toda sexta-feira à noite começa o shabat para a tradição judaica. Shabat é o conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de produção, inspirado no descanso divino, no sétimo dia da Criação.

Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como fundamental para a saúde de tudo o que é vivo. A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte é pausa. Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue.

Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta.

Hoje, o tempo de ‘pausa’ é preenchido por diversão e alienação. Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações ‘para não nos ocuparmos’. A própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar. E a incapacidade de parar é uma forma de depressão.

O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas condições. Nossas cidades se parecem cada vez mais com a Disneylândia. Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas. Fim de dia com gosto de vazio. Um divertido que não é nem bom nem ruim. Dia pronto para ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo.

Entramos no milênio num mundo que é um grande shopping. A Internet e a televisão não dormem. Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme. As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante. A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim.

Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo. Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa. O futuro é tão rápido que se confunde com o presente. As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o domingo de um feriado…

Nossos namorados querem ‘ficar’, trocando o ‘ser’ pelo ‘estar’. Saímos da escravidão do século XIX para o leasing do século XXI – um dia seremos nossos?

Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante. Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco. Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos…

Parar não é interromper. Muitas vezes continuar é que é uma interrupção. O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair – literalmente, ficar desatento. É um dia de atenção, de ser atencioso consigo e com sua vida. A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é ‘o que vamos fazer hoje?’ – já marcada pela ansiedade. E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de Domingo.

Quem ganha tempo, por definição, perde. Quem mata tempo, fere-se mortalmente. É este o grande ‘radical livre’ que envelhece nossa alegria – o sonho de fazer do tempo uma mercadoria.

Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares. A pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois. A pausa é que dá sentido à caminhada. A prática espiritual deste milênio será viver as pausas. Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou e quando algo vai começar.

Afinal, por que o Criador descansou? Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada, seja dá-lo como concluído.

Rabino Nilton Bonder”

CRIANÇAS

"Digo-lhes a verdade: quem não receber o Reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele" Marcos 10:15

É impressionante como as crianças nos ensinam sobre o Reino de Deus e a nossa relação com o Pai.

Lembro quando a minha filha mais velha, hoje com dez anos, tinha por volta de 1 ano e meio e estávamos brincando na piscina.

Ela na beirada da piscina e eu dentro da água pedindo que ela pulasse para mergulhar. No começo ela titubeou ma logo deu grande pulo, certa de que eu estaria na água para segurá-la e, portanto, estaria segura.

Às vezes penso que Deus está na mesma situação. Está no meio do seu Reino de braços abertos, nos convidando para confiar Nele e pular em seu colo, e também estamos titubeando.

Será que temos a coragem de confiar no Pai da mesma maneira que desejamos que nossos filhos confiem em nós?

Será que estamos dispostos a aceitar a repreensão de Deus da mesma maneira que queremos que os nosso filhos entendam as vezes que temos que repreendê-los?

Não podemos resolver todos os problemas de nossos filhos, pois algumas dificuldades são importantes para o seu crescimento e seu desenvolvimento, mas fazemos questão de que nossos filhos saibam que mesmo com seus erros estamos ao seu lado.

Acredito que é assim que funciona o nosso relacionamento com Deus. Ele não resolverá todos os nosso problemas, nem atenderá a todas as nossas "manias", mas tenho certeza que mesmo depois de fazermos as nossas besteiras, que não são poucas, Ele estará de braços abertos nos esperando.

Então o que faremos: ficaremos na beira da piscina ou mergulharemos para experimentar o abraço de Deus?

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

VALE A PENA LER


 

O texto abaixo pertence ao Pastor Ed Rene Kivitz, pastor da Igreja Batista de Água Branca e muito me abençoou. Espero que abençoe você também!

http://www.ibab.com.br/

A oração simples



Não existe oração errada. Aliás, a oração errada é aquela que não é feita. A Bíblia Sagrada ensina que se deve orar a respeito de tudo. Orar por qualquer motivo, qualquer hora, qualquer lugar, sempre que o coração não estiver em paz. Tão logo o coração experimente apreensão, preocupação, medo, angústia, enfim, seja perturbado por alguma coisa, a ação imediata de quem confia em Deus é a oração.

O apóstolo Paulo diz que não precisamos andar ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, com ação de graças, devemos apresentar nossos pedidos a Deus, tendo nas mãos a promessa de que a paz de Deus que excede todo o entendimento, guardará nossos sentimentos e pensamentos em Cristo Jesus (Filipenses 4.6,7). A expressão "coisa alguma" inclui desde uma vaga no estacionamento do shopping center até o fechamento de um negócio, o desejo de que não chova no dia da festa até a enfermidade de uma pessoa querida.

Esta experiência de oração é chamada de oração simples: orar sem censura filosófica ou teológica, orar sem se perguntar "é legítimo pedir isso a Deus?" ou "será que Deus se envolve nesse tipo de coisa?". Simplesmente orar.

A garantia que temos quando oramos assim é a paz de Deus em nossos corações e mentes. A Bíblia não garante que Deus atenderá nossos pedidos exatamente como foram feitos: pode ser que a vaga no estacionamento não seja encontrada e que chova no dia da festa. A oração não se presta a fazer Deus trabalhar para nós, atendendo nossos caprichos e provendo o nosso conforto. Já que a causa da oração simples é a ansiedade, a resposta de Deus é a paz. O resultado da oração não é necessariamente a mudança da realidade a respeito da qual se ora, mas a mudança da pessoa que ora. A mudança da situação a respeito da qual se ora é uma possibilidade, a mudança do coração e da mente da pessoa que ora é uma realidade. Deus não prometeu dizer sim a todos os nossos pedidos, mas nos garantiu dar paz e nos conduzir à serenidade. Não prometeu nos livrar do vale da sombra da morte, mas nos garantiu que estaria lá conosco e nos conduziria em segurança através dele.

O maior fruto da oração não é o atendimento do pedido ou da súplica, mas a maturidade crescente da pessoa que ora. Na verdade, a estatura espiritual de uma pessoa pode ser medida pelo conteúdo de suas orações. Assim como sabemos se nossos filhos estão crescendo observando o que nos pedem e o que esperam de nós, podemos avaliar nosso próprio crescimento espiritual através de nossos pedidos e súplicas a Deus. As orações revelam o que realmente ocupa nossos corações, o que realmente é objeto dos nossos desejos, o que nos amedronta, nos desestabiliza e nos rouba a paz.

O apóstolo Paulo diz que quando era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Mas quando se tornou homem, deixou para trás as coisas de menino (1Coríntios 13.11). Não existe oração certa e errada. Mas existe oração de menino e oração de homem. Oração de menina e oração de mulher. A diferença está no coração: coração de menino e de menina, ora como menino e menina. A nossa certeza é que Deus também gosta de crianças.

domingo, 7 de agosto de 2011

PAI

"O amor, acredito é hereditário. Os pais amam os filhos mais que estes a eles, para que os filhos possam encontrar a plenitude do amor dos pais apenas quando se tornarem pais eles próprios"

Reverendo King, Retirado do Livro "O Deus (in)visível de Philip Yancey

Quando me converti ao evangelho de Cristo, cri logo de início que Ele deu o seu único filho por amor à mim e a humanidade, porém não conseguia entender a profundidade dessa relação entre um Deus e seus filhos.

Quando há dez anos atrás nasceu a minha primeira filha, pude perceber o quanto deve ter sido difícil para Deus entregar o seu único filho. É um sentimento que só conseguimos medir quando temos os nossos filhos e percebemos o quanto os amamos de maneira incondicional.

Imagine você ter que entregar o seu filho para salvar um monte de gente que mais tarde lhe virará as costas e esquecerá desse feito.

Mas mesmo assim existe o que a Bíblia chama de "Graça".

Deus fez o que fez sem esperar nada em troca, mas por amor, nos dando a liberdade para escolher o caminho que queremos andar.

E em tudo podemos pensar no que isso representa para nós: não existe nada que possamos fazer para que Deus possa nos amar mais, nem nada que possamos fazer para que Deus deixe de nos amar'.

Ou seja, Deus nos ama e nunca deixará de nos amar independentemente do que possamos fazer ou pensar.
Mas quando esse amor alcança o nosso coração de verdade, o nosso maior desejo é viver de uma maneira que agrade a Deus, e então começamos a escolher os caminhos que Ele gostaria que escolhessemos.

Pense nisso.

A FÉ E O MEDO


Recentemente ouvi uma ministração do Pastor Ariovaldo Ramos dizendo que a grande disputa entre os cristão de hoje em dia é o dilema entre a Fé e o Medo.

Muitas vezes não tomamos certas decisões por medo do que aquilo possa nos causar em termos familiares, financeiros, espirituais, e por isso questionamos a nossa Fé em Cristo.

Me pergunto: a Fé em Cristo realmente nos livra de todos os medos? Se verificarmos na Bíblia os homens que andavam diretamente com Jesus vacilaram muitas vezes e tomaram decisões erradas, que os levaram a consequencias desastrosas.

Mas o grande significado é que mesmo assim, Cristo continuou ao lado de cada um.

Por isso acho que nos dias de hoje não devemos nos preocupar quando temos medo de tomar uma decisão, achando que isso representaria falta de Fé. Devemos nos preocupar caso não sintamos mais os medos e começamos a achar que Cristo não está mais conosco.

Lembre-se que a cada dia Deus nos dá um bilhete de carinho, quando acordamos e vemos que Ele permitiu mais um dia para expressarmos o seu amor.

A mensagem do Pastor Ariovaldo Ramos pode ser encontrada no site da Igreja Batista da Água Branca no site www.ibab.com.br

Deus os abençoe.