Para que verdadeiramente o sentido do Natal habite em nós, não somente em um dia do ano, mas em todos os dias das nossas vidas.
sábado, 24 de dezembro de 2011
FELIZ NATAL!!!!!!
Que Cristo possa nascer em nossas vidas todos os dias ao acordarmos e lembrar do seu amor por nós!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
DICAS PARA 2012
Caros(as)
Seguem sugestões retiradas do blog www.edrenekivitz.com
Este blog pertence ao Pastor Ed Rene Kivitz da Igreja Batista da Água Branca, a qual tenho a honra de frequentar e aprender muito com nosso pastor.
Espero que gostem
Sugestões para 2012
#1
Não assuma compromissos do tipo “vou iniciar uma dieta”, “vou começar alguma atividade física”, “vou terminar o curso de inglês”. Esse tipo de coisa serve apenas para acumular culpa e frustração sobre os seus ombros.
#2
Não acredite nesse pessoal que diz que “sem meta você não vai a lugar nenhum”. Pergunte a eles por que, afinal de contas, você tem que ir a algum lugar. Trate esses “lugares futuros imaginários” apenas como referência para a maneira como você vive hoje – faça valer a caminhada: se você chegar lá, chegou, se não chegar, não terá do que se arrepender. A felicidade não é um lugar aonde se chega, mas um jeito como se vai.
#3
Não pense que você vai conseguir dar uma guinada na vida apenas mudando o seu visual. É a alegria do coração que dá beleza ao rosto, e não a beleza do rosto que dá alegria ao coração.
#4
Não faça nada que vá levar você para longe das suas amizades verdadeiras. Amizades levam um tempão para se consolidar e um tempinho para esfriar, pois assim como a proximidade gera intimidade, a distância fragiliza os vínculos.
#5
Não fique arrumando desculpas nem explicações para as suas transgressões. Quando cometer um pecado, assuma, e simplesmente diga “fiz sim, me perdoe”. Comece falando com Deus e não pare de falar até que tenha encontrado a última pessoa afetada pelo que você fez.
#6
Não faça nada que cause danos à sua consciência. Ouça todo mundo que você confia, tome as suas decisões, e assuma as responsabilidades. Não se importe em contrariar pessoas que você ama, pois as que também amam você detestariam que você fosse falso com elas ou se anulasse por causa delas.
#7
Não guarde dinheiro sem saber exatamente para que o está guardando. Dinheiro parado apodrece e faz a gente dormir mal. Transforme suas riquezas em benefícios para o maior número de pessoas. É melhor perder o dinheiro que ocupa seu coração, do que o coração que se ocupa do dinheiro.
#8
Não deixe de se olhar no espelho antes de dormir. Caso não goste do que vê, não hesite em perder a noite de sono para planejar o que vai fazer na manhã seguinte. Ao se olhar no espelho ao amanhecer, lembre que com o sol chega também a misericórdia de Deus: a oportunidade de começar tudo de novo.
#9
Não leve mágoas, ressentimentos e amarguras para o ano novo. Leve pessoas. Sendo necessário, perdoe ou peça perdão. Geralmente as duas coisas serão necessárias, pois ninguém está sempre e totalmente certo. Respeite as pessoas que não quiserem fazer a mesma viagem com você.
#10
Não deixe de se perguntar se existe um jeito diferente de viver. Não acredite facilmente que o jeito diferente de viver é necessariamente melhor do que o jeito como você está vivendo. Concentre mais energia em aprender a desfrutar o que tem do que em desejar o que não tem.
#11
Não deixe o trabalho e a religião atrapalharem sua vida. Cante sozinho. Leia poesias em voz alta. Participe de rodas de piada. Não tenha pressa de deixar a mesa após as refeições. Pegue crianças no colo. Ande sem relógio. Fuja dos beatos.
#12
Não enterre seus talentos. Nem que seu único tempo para usá-los seja da meia noite às seis. Ninguém deve passar a vida fazendo o que não gosta, se o preço é deixar de fazer o que sabe. Útil não é quem faz o que os outros acham importante que seja feito, mas quem cumpre sua vocação.
#13
Não crie caso com a mulher ou com o marido. Nem com o pai nem com a mãe. Nem com o irmão nem com a irmã. Caso eles criem com você, faça amor, não faça a guerra. O resto se resolve.
#14
Não jogue fora a utopia. Ninguém consegue viver sem acreditar que outro mundo é possível. Faça o possível e o impossível para que esse outro mundo possível se torne realidade.
#15
Não deixe a monotonia tomar conta do seu pedaço. Ninguém consegue viver sem adrenalina. Preste bastante atenção naquilo que faz você levantar da cama na segunda-feira: se for bom apenas para você, jogue fora ou livre-se disso agora mesmo. Caso não queira levantar da cama na segunda-feira, grite por socorro.
#16
Não deixe de dar bom dia para Deus. Nem boa noite. Mesmo quando o dia não tiver sido bom. Com o tempo você vai descobrir que quem anda com Deus não tem dias ruins, apenas dias difíceis.
#17
Não negligencie o quarto secreto onde você se encontra com seu eu verdadeiro e com Deus – ou vice-versa. Aquele quarto é o centro do mundo – o mundo todo cabe lá dentro, pois na presença de Deus tudo está e tudo é.
#18
Não perca Jesus de vista. Não tente fazer trilhas novas, siga nos passos dEle. O caminho nem sempre será tão confortável e a vista tão agradável, mas os companheiros de viagem são inigualáveis.
#19
Não caia na minha conversa. Aliás, não caia na conversa de ninguém. Faça sua própria lista. Escolha bem seus mestres e suas referências. Examine tudo. Ouça seu coração – geralmente é ali que Deus fala. Misture tudo e leve ao forno.
#20
Não fique esperando que sua lista saia do papel. Coloque o pé na estrada. Caso não saiba por onde começar, não tem problema. O sábio disse ao caminhante que “não há caminho, faz-se caminho ao andar”.
Não assuma compromissos do tipo “vou iniciar uma dieta”, “vou começar alguma atividade física”, “vou terminar o curso de inglês”. Esse tipo de coisa serve apenas para acumular culpa e frustração sobre os seus ombros.
#2
Não acredite nesse pessoal que diz que “sem meta você não vai a lugar nenhum”. Pergunte a eles por que, afinal de contas, você tem que ir a algum lugar. Trate esses “lugares futuros imaginários” apenas como referência para a maneira como você vive hoje – faça valer a caminhada: se você chegar lá, chegou, se não chegar, não terá do que se arrepender. A felicidade não é um lugar aonde se chega, mas um jeito como se vai.
#3
Não pense que você vai conseguir dar uma guinada na vida apenas mudando o seu visual. É a alegria do coração que dá beleza ao rosto, e não a beleza do rosto que dá alegria ao coração.
#4
Não faça nada que vá levar você para longe das suas amizades verdadeiras. Amizades levam um tempão para se consolidar e um tempinho para esfriar, pois assim como a proximidade gera intimidade, a distância fragiliza os vínculos.
#5
Não fique arrumando desculpas nem explicações para as suas transgressões. Quando cometer um pecado, assuma, e simplesmente diga “fiz sim, me perdoe”. Comece falando com Deus e não pare de falar até que tenha encontrado a última pessoa afetada pelo que você fez.
#6
Não faça nada que cause danos à sua consciência. Ouça todo mundo que você confia, tome as suas decisões, e assuma as responsabilidades. Não se importe em contrariar pessoas que você ama, pois as que também amam você detestariam que você fosse falso com elas ou se anulasse por causa delas.
#7
Não guarde dinheiro sem saber exatamente para que o está guardando. Dinheiro parado apodrece e faz a gente dormir mal. Transforme suas riquezas em benefícios para o maior número de pessoas. É melhor perder o dinheiro que ocupa seu coração, do que o coração que se ocupa do dinheiro.
#8
Não deixe de se olhar no espelho antes de dormir. Caso não goste do que vê, não hesite em perder a noite de sono para planejar o que vai fazer na manhã seguinte. Ao se olhar no espelho ao amanhecer, lembre que com o sol chega também a misericórdia de Deus: a oportunidade de começar tudo de novo.
#9
Não leve mágoas, ressentimentos e amarguras para o ano novo. Leve pessoas. Sendo necessário, perdoe ou peça perdão. Geralmente as duas coisas serão necessárias, pois ninguém está sempre e totalmente certo. Respeite as pessoas que não quiserem fazer a mesma viagem com você.
#10
Não deixe de se perguntar se existe um jeito diferente de viver. Não acredite facilmente que o jeito diferente de viver é necessariamente melhor do que o jeito como você está vivendo. Concentre mais energia em aprender a desfrutar o que tem do que em desejar o que não tem.
#11
Não deixe o trabalho e a religião atrapalharem sua vida. Cante sozinho. Leia poesias em voz alta. Participe de rodas de piada. Não tenha pressa de deixar a mesa após as refeições. Pegue crianças no colo. Ande sem relógio. Fuja dos beatos.
#12
Não enterre seus talentos. Nem que seu único tempo para usá-los seja da meia noite às seis. Ninguém deve passar a vida fazendo o que não gosta, se o preço é deixar de fazer o que sabe. Útil não é quem faz o que os outros acham importante que seja feito, mas quem cumpre sua vocação.
#13
Não crie caso com a mulher ou com o marido. Nem com o pai nem com a mãe. Nem com o irmão nem com a irmã. Caso eles criem com você, faça amor, não faça a guerra. O resto se resolve.
#14
Não jogue fora a utopia. Ninguém consegue viver sem acreditar que outro mundo é possível. Faça o possível e o impossível para que esse outro mundo possível se torne realidade.
#15
Não deixe a monotonia tomar conta do seu pedaço. Ninguém consegue viver sem adrenalina. Preste bastante atenção naquilo que faz você levantar da cama na segunda-feira: se for bom apenas para você, jogue fora ou livre-se disso agora mesmo. Caso não queira levantar da cama na segunda-feira, grite por socorro.
#16
Não deixe de dar bom dia para Deus. Nem boa noite. Mesmo quando o dia não tiver sido bom. Com o tempo você vai descobrir que quem anda com Deus não tem dias ruins, apenas dias difíceis.
#17
Não negligencie o quarto secreto onde você se encontra com seu eu verdadeiro e com Deus – ou vice-versa. Aquele quarto é o centro do mundo – o mundo todo cabe lá dentro, pois na presença de Deus tudo está e tudo é.
#18
Não perca Jesus de vista. Não tente fazer trilhas novas, siga nos passos dEle. O caminho nem sempre será tão confortável e a vista tão agradável, mas os companheiros de viagem são inigualáveis.
#19
Não caia na minha conversa. Aliás, não caia na conversa de ninguém. Faça sua própria lista. Escolha bem seus mestres e suas referências. Examine tudo. Ouça seu coração – geralmente é ali que Deus fala. Misture tudo e leve ao forno.
#20
Não fique esperando que sua lista saia do papel. Coloque o pé na estrada. Caso não saiba por onde começar, não tem problema. O sábio disse ao caminhante que “não há caminho, faz-se caminho ao andar”.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
PALAVRA DO DIA
"Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder. Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do diabo, pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contras as forças espirituais do mal nas regiões celestiais."
EFÉSIOS 6 : 10-12
EFÉSIOS 6 : 10-12
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
A IGREJA QUE NÃO EXISTE MAIS
Segue texto retirado do blog do Pastor Ariovaldo Ramos no http://www.ariovaldoramosblog.blogspot.com/ que achei interessante compartilhar. Espero que gostem
01
“Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.” At 2. 43-47
Na época do surgimento da Igreja do Novo Testamento, a palavra igreja significava, apenas, uma reunião qualquer de um grupo organizado ou não. Assim, o texto nos revela que havia um grupo organizado em torno de sua fé (Todos os que criam estavam unidos) – todos acreditavam em Cristo.
Segundo o texto, os participantes do grupo do Cristo não tinham propriedade pessoal, tudo era de todos (tinham tudo em comum)– os membros desse grupo vendiam suas propriedades e bens e repartiam por todos – e isso era administrado a partir da necessidade de cada um; e se reuniam todos os dias no templo; e pensavam todos do mesmo jeito, primando pelo mesmo padrão de vida (unânimes); e comiam juntos todos os dias, repartidos em casas, que, agora, eram de todos, uma vez que não havia mais propriedade particular; e eram alegres e de coração simples; e viviam a louvar a Deus; e todo o povo gostava deles, e o grupo crescia diariamente. Diariamente, portanto, havia gente acreditando em Cristo, se unindo ao grupo, abrindo mão de suas propriedades e bens e colocando tudo a disposição de todos.
Essa Igreja era a Comunhão dos santos – chamados e trazidos para fora do império das trevas,
para servirem ao Criador, no Reino da Luz.
Essa Igreja não precisava orar por necessidades materiais e sociais, bastava contar para os irmãos, que a comunidade resolvia a necessidade deles.
Deus havia respondido, a priori, todas as orações por necessidades materiais e sociais, fazendo surgir uma comunidade solidária.
O pedido: “O pão nosso de cada dia, dá-nos hoje. (MT 6.9) ” estava respondido, e diariamente.
Então, para haver o “pão nosso” não pode haver o pão, o bem ou a propriedade minha, todos os bens e propriedades têm de ser de todos.
Mais tarde, eles elegeram um grupo de pessoas, chamadas de diáconos – garçons, para cuidar disso (At 6.3). Então, diante de qualquer necessidade, bastava procurar os garçons, que a comunidade cuidava de tudo. Era o princípio do direito: se alguém tinha uma necessidade, a comunidade tinha um dever.
Essa Igreja não existe mais!
02
“Está doente algum de vós? Chame os anciãos da igreja, e estes orem sobre ele, ungido-o com óleo em nome do Senhor; e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.” Tg 5.14,15
Os membros da comunidade do Cristo não precisavam orar por cura física, bastava procurar os presbíteros: lideres eleitos pelo povo, a partir de suas qualidades como cristãos (1Tm 3.1-7); que eles ungiriam com óleo, que representa a ação do Espírito Santo, porque é o Espírito Santo, quem unge e cura (Lc 4.18), e a pessoa seria curada; claro, sempre segundo a vontade do Senhor, porque essa é a regra de ouro: “Venha o teu Reino, seja feita a tua vontade, assim na Terra como no Céu. (MT 6.10)”
Os crentes em Jesus de Nazaré, não precisavam fazer varredura espiritual para ver se tinham qualquer problema, parecido com o que hoje é chamado de maldição hereditária, ou similar. A oração dos presbíteros ministrava o perdão de Deus, conquistado por Cristo na cruz e na ressurreição.
Deus havia respondido todas as orações por cura física pela instituição de presbíteros, que tinham a autoridade para ministrar o poder de Cristo sobre a enfermidade, segundo a vontade de Deus, dependendo, portanto, apenas, do que o Altíssimo tivesse decidido sobre a pessoa em questão.
Essa Igreja não existe mais!
03
Pelo que orava a Igreja do Novo Testamento?
“Mas eles ainda os ameaçaram mais, e, não achando motivo para os castigar, soltaram-nos, por causa do povo; porque todos glorificavam a Deus pelo que acontecera; pois tinha mais de quarenta anos o homem em quem se operara esta cura milagrosa. E soltos eles, foram para os seus, e contaram tudo o que lhes haviam dito os principais sacerdotes e os anciãos. Ao ouvirem isto, levantaram unanimemente a voz a Deus e disseram: Senhor, tu que fizeste o céu, a terra, o mar, e tudo o que neles há; que pelo Espírito Santo, por boca de nosso pai Davi, teu servo, disseste: Por que se enfureceram os gentios, e os povos imaginaram coisas vãs? Levantaram-se os reis da terra, e as autoridades ajuntaram-se à uma, contra o Senhor e contra o seu Ungido. Porque verdadeiramente se ajuntaram, nesta cidade, contra o teu santo Servo Jesus, ao qual ungiste, não só Herodes, mas também Pôncio Pilatos com os gentios e os povos de Israel; para fazerem tudo o que a tua mão e o teu conselho predeterminaram que se fizesse. Agora pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem com toda a intrepidez a tua palavra, enquanto estendes a mão para curar e para que se façam sinais e prodígios pelo nome de teu santo Servo Jesus. E, tendo eles orado, tremeu o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com intrepidez a palavra de Deus.” At 4.21-31
Oravam para que nenhum sofrimento os impedisse de glorificar a Cristo, de anunciá-lo com coragem e determinação – o Cristo que eles viviam diariamente pela fraternidade solidária. Oravam por missão!
Para além da Igreja que está sob perseguição, não há sinal de que essa Igreja ainda exista!
04
O que existe?
- A Comunhão dos santos existe na realidade da Igreja invisível. Mas, que relevância tem na história uma igreja invisível?
- Ajuntamentos cúlticos – há os que procuram se pautam pela Bíblia, e os que nem tanto.
- Instituições – (muitas e cada vez mais) há as que ainda tentam ser apenas um odre para o vinho, e as que nem tanto.
- Discursos sobre Cristo e sua obra – há os que falam sobre Jesus, segundo a Bíblia, e os que nem tanto.
- Conversões pessoais – há as que trazem marcas do Novo Testamento, e as que nem tanto.
- Missionários – há os que pregam a Cristo, sua morte e ressurreição, e os que nem tanto. O apoio ao missionário está mais para esmola do que para sustento.
- Ação social – há as que querem emancipar o pobre, por amor a Cristo, e as que nem tanto.
- Pastores e Lideres – há os que tentam alcançar o padrão dos presbíteros do Novo Testamento, e os que tanto menos.
- Títulos - em profusão, constratanto com a escassez de irmãos.
- Orações - principalmente, por necessidades materiais, sociais e de cura, que parecem não ser respondidas, pelo menos, não a contento.
- Milagres – (mas pessoais) a misericórdia divina continua se manifestando, porém, não se entende mais o princípio de sua ação.
- Ministérios – há os que são ministros (servos), e os que nem tanto.
- Riqueza – Instituições estão cada vez mais ricas, e há os que usufruem da mesma.
- Ricos e Poderosos - muitos e cada vez mais se declaram conversos, mas não se converteram como Zaqueu.
- Irmãos e irmãs que amam a Cristo e a Igreja, mas que estão cada vez mais confusos sobre o que estão assistindo – e há, cada vez mais, um amor em crise.
E ecoa a voz do Cristo: Contudo quando vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra? (Lc 18.8)
Talvez, ainda haja tempo de pedir perdão!
- Irmãos e irmãs que amam a Cristo e a Igreja, mas que estão cada vez mais confusos sobre o que estão assistindo – e há, cada vez mais, um amor em crise.
E ecoa a voz do Cristo: Contudo quando vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra? (Lc 18.8)
Talvez, ainda haja tempo de pedir perdão!
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
PALAVRA DO DIA
Senhor , tu és o nosso refúgio, sempre, de geração em geração. Antes de nascerem os montes e de criares a terra e o mundo, de eternidade a eternidade tu és Deus.
SALMOS 90:1-2
SALMOS 90:1-2
terça-feira, 1 de novembro de 2011
RASTROS DE AMOR
Segue a letra de uma múscia de Asaph Borba em seu CD comemorativo de 35 anos de ministério.
Falou muito ao meu coração e espero que fale também ao seu;
RASTROS DE AMOR
Quem vê de longe não sabe
Não sabe o quanto eu andei
Quem vê de longe não saber
Não sabe o quanto eu chorei
Quem vê de longe não sabe o caminho
Estreito no qual eu passei
Pra seguir as pegadas de Cristo
O rastro de quem me amou
Quem vê de longe não sabe
Não sabe o que eu já vivi
Quem vê de longe não sabe
Não sabe o quanto aprendi
Quem vê de longe não sabe o caminho
Que Deus me ajudou a trilhar
Pra deixar as pegadas na areia
E assim outros pudessem passar
Rastros de amor, foi o que eu segui
Rastros de amor, quero deixar aqui
Acima de todo o brilho do mundo
O exemplo é que deve ficar
Para aqueles que seguem meus passos
Nunca venham a se desviar
Rastros de amor, foi o que eu segui
Rastros de amor, quero deixar aqui
Acima de todo o brilho do mundo
O exemplo é que deve ficar
Pra que aqueles que seguem meus passos
Nunca venham a se perder
E como Jesus possam ser
Que realmente Cristo nos ensine a seguir o seu rastro e deixar os nossos também através de exemplos e atitudes que glorifiquem o seu nome.
Falou muito ao meu coração e espero que fale também ao seu;
RASTROS DE AMOR
Quem vê de longe não sabe
Não sabe o quanto eu andei
Quem vê de longe não saber
Não sabe o quanto eu chorei
Quem vê de longe não sabe o caminho
Estreito no qual eu passei
Pra seguir as pegadas de Cristo
O rastro de quem me amou
Quem vê de longe não sabe
Não sabe o que eu já vivi
Quem vê de longe não sabe
Não sabe o quanto aprendi
Quem vê de longe não sabe o caminho
Que Deus me ajudou a trilhar
Pra deixar as pegadas na areia
E assim outros pudessem passar
Rastros de amor, foi o que eu segui
Rastros de amor, quero deixar aqui
Acima de todo o brilho do mundo
O exemplo é que deve ficar
Para aqueles que seguem meus passos
Nunca venham a se desviar
Rastros de amor, foi o que eu segui
Rastros de amor, quero deixar aqui
Acima de todo o brilho do mundo
O exemplo é que deve ficar
Pra que aqueles que seguem meus passos
Nunca venham a se perder
E como Jesus possam ser
Que realmente Cristo nos ensine a seguir o seu rastro e deixar os nossos também através de exemplos e atitudes que glorifiquem o seu nome.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Mais Cristo, Menos Cristianismo
Toda religião está estruturada em dogmas, rituais e códigos morais. O Cristianismo também. Mas não são os dogmas, os rituais e os códigos morais que definem a experiência pessoal com Cristo. O apóstolo Paulo esclareceu que os seguidores de Jesus não podem ser reduzidos a observadores de rituais e padrões morais: Portanto, não permitam que ninguém os julgue pelo que vocês comem ou bebem, ou com relação a alguma festividade religiosa ou à celebração das luas novas ou dos dias de sábado. Estas coisas são sombras do que haveria de vir; a realidade, porém, encontra-se em Cristo […] Já que vocês morreram com Cristo para os princípios elementares deste mundo, por que, como se ainda pertencessem a ele, vocês se submetem a regras: “Não manuseie!”, “Não prove!”, “Não toque!”? Todas essas coisas estão destinadas a perecer pelo uso, pois se baseiam em mandamentos e ensinos humanos. Essas regras têm, de fato, aparência de sabedoria, com sua pretensa religiosidade, falsa humildade e severidade com o corpo, mas não têm valor algum para refrear os impulsos da carne [Colossenses 2.16,17,20-23].
A experiência mística do Cristo crucificado e ressurreto, comunhão com Ele, viver nEle, estar nEle, andar nEle [1Coríntios 1.9; Colossenses 1.2, 26,27; 2.6,7; 3.2], enfim, a devoção e a adoração a Cristo importam mais que a defesa do Cristianismo, isto é, dos dogmas, rituais e códigos morais considerados cristãos.
A imitação de Cristo é a essência do seguimento de Jesus, e importa mais que a adesão ao Cristianismo. Consta que Mahatma Gandhi teria afirmado a respeito dos protestantes ingleses: “Aceito seu Cristo, mas não aceito seu Cristianismo”. Eis aí uma constatação interessante: não poucas vezes a maneira como pretendemos servir a Cristo implica trair o espírito de Cristo. Talvez tenha sido isso o que Friedrich Nietzsche quis dizer ao afirmar que “se mais remidos se parecessem os remidos, mais fácil me seria crer no Redentor”.
O apóstolo Paulo estava ciente desse perigo e, por isso, recomendou aos cristãos: Vocês já se despiram do velho homem com suas práticas e se revestiram do novo, o qual está sendo renovado em conhecimento, à imagem do seu Criador. Nessa nova vida já não há diferença entre grego e judeu, circunciso e incircunciso, bárbaro e cita escravo e livre, mas Cristo é tudo e está em todos. Portanto, como povo escolhido de Deus, santo e amado, revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou. Acima de tudo, porém, revistam-se do amor, que é o elo perfeito. Que a paz de Cristo seja o juiz em seu coração, visto que vocês foram chamados para viver em paz, como membros de um só corpo. E sejam agradecidos. Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seu coração. Tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dele graças a Deus Pai [Colossenses 3.5-17].
Há muitas pessoas que se declaram adeptas da religião Cristianismo, mas não se comprometem a viver como Jesus Cristo viveu e ensinou. Não estão ocupadas em guardar (obedecer) todas as coisas que ele ordenou [Mateus 20.18-20], nem tampouco em andar como Ele andou [1João 2.6]. A respeito dessas pessoas, o próprio Jesus declarou: Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?’ Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês, que praticam o mal! [Mateus 7.21-23].
Cristo é maior que o Cristianismo. Por essa razão, a adoração a Cristo é mais importante que a defesa do Cristianismo, e a imitação de Cristo é mais importante que a adesão ao Cristianismo. Ser como Cristo e fazer mais por Cristo, eis as legítimas aspirações de todo aquele que se comprometeu com o caminho de Cristo.
Retirado do Site: http://www.ibab.com.br/
terça-feira, 4 de outubro de 2011
PALAVRA DO DIA
"Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, se não tiver amor, nada serei. Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me valerá"
I CORINTIOS 13:1-3
I CORINTIOS 13:1-3
UM CLAMOR
"Por que não consigo fazer aquilo que eu sei que devo fazer? Por que as minhas atitudes aquilo que eu sei que seria o correto? Tento orar, mas não consigo. Ler a Bíblia, também não consigo. Estou cansado de ser quem sou, estou enjoado de viver comigo mesmo! Deus, tem misericórdia de mim e faça ouvir a tua voz novamente, andar contigo mais uma vez! Sei que sou eu quem devo dar este passo, mas sem a sua ajuda eu não consigo"!
AUTOR DESCONHECIDO.
Já perdi as contas de quantas vezes me senti conforme a frase acima! A verdade descrita na Bíblia de que o mal que eu não quero, esse eu faço e o bem que eu quero, esse eu não faço segue as nossas vidas.
O que mais me chama a atenção é que mesmo o autor da frase reconhecendo que é ele quem precisa tomar uma decisão, diz que sem a ajuda de Deus ele não0 conseguirá.
Isso me faz pensar em como precisamos de Deus em qualquer situação, em qualquer momento.
Portanto, nas horas difíceis, mesmo sabendo que estamos errados, devemos contar e clamar pela ajuda de Deus, pois Ele é um pai misericordioso sempre pronto a abrir os braços e nos receber em seu colo.
Pai, nos ajude nesta caminhada! AMÉM
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Segue texto enviado por meu aluno e amigo Cleciomar Leandro. Desde o dia em que o conheci, pude ver em seus olhos o amor por Cristo. Durante os anos que estivemos juntos, suas atitudes somente confirmaram que Cristo habita na vida dele, e que é possível vivermos de uma forma que agrada a Deus.
Espero que gostem!
Encontrart.2011(Deus e sua criação)
A muito anos atrás, em um momento específico, a matéria e a substância,que antes nunca existira foram criada por Deus.
No principio de sua criação a terra estava informe e vazia, coberta por trevas, não havia uma forma ordenada, estava sombria sem nenhum ser vivente e destituído do minimo de vestígio de vida e luz.então.....
Deus criou a luz!!! para dissipar as trevas, e deu forma ao universo. Deus pôs em ordem a sua criação, Ele deu vida a sua criação.E terminando , observou, que tudo era bom.
É notório a manifestação da sua glória, majestade e poder. Os céus e o firmamento anunciam as obras de suas mãos, seu poder se manisfesta em todos os elementos da natureza, sol, lua, árvores, vento, chuva, neve e animais, todos eles refletem a sua glória.
E disse Deus: façamos o homem nossa imagem e nossa semelhança, Deus projetou o homem como um ser trino em um (corpo, alma e espírito), possuidor da razão, emoção e vontade.
E disse Deus: Frutificai-vos e multiplicai-vos, Deus criou o universo na mais perfeita harmonia. Entregou-o aos humanos para que usufruíssem de seus bens, e também cuidassem dele, então o homem dominou sobre a terra e o reino animal, ele havia ganhado de Deus uma herança, a natureza à sua disposição.
Mas o homem se rebelou contra Deus, o seu criador, revelando uma natureza frágil e sujeito à quedas e recaídas, assim desobedecendo o seu mandamento teve por conseqüências a expulção do paraíso, tornando-se peregrinos na própria terra que Deus entregou a ele por herança, o homem tornou a terra maldita , permitindo que as insinuações do maligno o afaste-se do caminho da graça, paz e felicidade que existiam no princípio, tudo isso foi abafado com a entrada do pecado ao mundo.
Houve uma ruptura da criatura com o seu criador, o homem dotado de inteligência foi levado pela ambição, ele percebeu e descobriu a desigualdade entre ele e o seu criador e tentou igualar-se a Deus, na grandeza e no poder.
Usou o conhecimento da tecnologia não apenas para o bem, as invenções que tanto favoreceram a humanidade estão destruindo a nosso planeta e causando destruição e morte, ao invés de descobertas para curar os doentes, ele criou as armas nucleares, tranformou o avião e arma de guerra.
Ele teve a capacidade de mudar o clima do planeta, furacões, tempestade, raios, inundações, secas, vendavais e as erupções vulcânicas. Espalhando a guerra, a fome, os homicidios, sem esquecer das destruições referentes à vida, sangue inocente sendo derramado em todo mundo. Os homens que perderam a fé e o amor tornaram –se impuros prisioneiros do mal e espiritualmente cegos, surdos e mudos.
De tão poderosos para tão vuneráveis, carregam consigo a fragilidade do barro dos quais foram criados, assim o homem se frustra com a força do seu braço, tendo que lutar pela sua sobrevivância, desejando restaurar sua relação com o Criador.
Mas, Deus conhecia sua criação e havia colocado dentro do homem o livre arbítrio para escolherem entre bem ou mal...um ser capaz de amar, perdoar e reconhecer suas falhas e a soberania do Criador...Deus desejou tanto,tanto ,tanto, esse relacionamento como a raça humana que ele prometeu que enviaria o Salvador para redimir a humanidade das consequências do pecado.
Porque o mal já havia plantado na terra as suas raízes. Ele veio para sanar esse mal e restaurar as relações do homem com seu Criador. A graça nos foi dada em abundância, com a vinda de Jesus ao mundo.
Para que hoje você não fosse escravo do pecado e livre de todas as amarras que o mundo lhe tem colocado, para isso só basta que você o receba em sua vida, pois ele quer que façamos o que é direito, amemos uns aos outros com dedicação e zelo, que vivamos em humildade e obediência ao nosso Deus.
“Pois se o filho vós libertar verdadeiramente sereis livres”. João 8:36
terça-feira, 20 de setembro de 2011
PARA QUE SERVE A IGREJA?
Texto extraído do Blog do Pastor Ed Renê Kivitz da Igreja Batista de Água Branca.
Site do pastor Ed: http://www.edrenekivitz.com/
Site da Igreja Batista de Água Branca: http://www.ibab.com.br/
O mundo religioso tem seu mais novo personagem: o evangélico não praticante. A informação aparece nos resultados das últimas pesquisas realizadas pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais (Ceris) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas pela reportagem O novo retrato da fé no Brasil, publicada na edição 2180 da revista ISTOÉ, de agosto último.
Os evangélicos não praticantes são definidos como “os fiéis que creem mas não pertencem a nenhuma denominação”, sendo cada vez maior o número de pessoas que “nascem em berço evangélico – e, como muitos católicos, não praticam sua fé”. Os dados revelam que “os evangélicos de origem que não mantém vínculos com a crença saltaram, em seis anos, de 0,7% para 2,9%. Em números absolutos, são mais de 4 milhões de pessoas nessa condição”.
As pesquisas apenas confirmaram uma tendência há muito identificada, a saber, o crescente número de pessoas que buscam espiritualidade sem religião, e deseja a experiência da fé sem a necessidade de submissão às instituições religiosas. É o fenômeno da fé privatizada, em que cada um escolhe livremente o que crer, retirando ingredientes das prateleiras disponíveis no mercado religioso.
O novo cenário faz surgir perguntas que exigem respostas urgentes: Para que serve a igreja? Qual a função da comunidade cristã na sociedade e na experiência pessoal de peregrinação espiritual?
A experiência dos cristãos no primeiro século, no dia seguinte ao Pentecostes, narrada no livro dos Atos dos Apóstolos [2.42-47; 4.32-35], serve de referência para a relevância da vivência em comunidade.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a memória da pessoa e obra de nosso senhor Jesus Cristo: “Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos”. Em tempos chamados pós modernos, quando as crenças são desvalorizadas e as verdades se tornam subjetivas e particulares, é importante saber não apenas em quem se crê, e os cristãos compreendem a fé como confiar em uma pessoa, Jesus Cristo, mas também saber o que se crê, e por isso os cristãos chamam de fé também um conjunto de crenças e afirmações a respeito do Deus em quem crêem–confiam. O Evangelho é uma boa notícia, e os cristãos devem saber qual é essa notícia. A igreja é a comunidade que preserva a memória de Jesus, sua pessoa e obra.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança que se fundamenta na abertura para o mistério divino: “Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos [...] com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”.
Em tempos de banalização do sagrado, as pessoas perdem a noção do que Rudolf Otto chama “mysterium tremendum”, isto é, já não têm na alma o temor que coloca o homem de joelhos diante da manifestação do divino e nem mesmo esperam que tal aconteça. A igreja é a comunidade que preserva a expectativa de que o céu se abra, de que o favor divino se derrame sobre a terra.
Enquanto o mundo vai se tornando cada vez mais frio e fechado, condenado às estreitas possibilidades da racionalidade e dos limites do poder humano, a igreja fala do milagre como possibilidade real e os cristãos se dedicam às orações.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a oferta do amor de Deus em resposta à solidão humana: “Eles se dedicavam à comunhão, ao partir do pão [...] Todos os que criam mantinham se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade [...] Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham.
Não havia pessoas necessitadas entre eles, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda e o colocavam aos pés dos apóstolos, que o distribuíam segundo a necessidade de cada um”. Em tempos de individualismo, egoísmo, segregação, e competição darwinista, a igreja é a comunidade da fraternidade, da partilha, da solidariedade e da generosidade. A igreja é a comunidade da aceitação, do perdão e da reconciliação. É na igreja que se concretiza a oração de Jesus a respeito de Deus e os homens: “que sejam um”.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter vivos os sinais do reino de Deus na história: “grandiosa graça estava sobre todos eles”. Conforme Jung Mo Sung, “a igreja é o povo de Deus a serviço do testemunho da presença do Reino de Deus”, que se completa com a afirmação de Ariovaldo Ramos: “a igreja deve viver o que prega para poder pregar o que vive”. A igreja é a comunidade em que o anúncio da presença do Reino de Deus entre os homens é seguido do convite desafio: “Vem e vê”, pois o Evangelho de Jesus Cristo não é apenas uma mensagem em que se deve crer, mas principalmente um novo tempo em que se deve viver.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança da ressurreição: “Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”. Quando o lacre romano do túmulo de Jesus foi rompido no domingo da ressurreição, a vida afirmou sua vitória sobre os agentes promotores e mantenedores da morte, sobre os processos de morte, que serão enfrentados pela esperança de que um dia a própria morte, último inimigo, cairá de joelhos diante do Senhor da vida.
A igreja é a comunidade dos que se rebelam contra a morte em todos os lugares e todas as dimensões, e contra ela lutam com todas as forças que recebem do doador da vida.
A igreja é a comunidade dos que já não vivem com medo da morte (Hebreus 2.14), dos que anunciam e vivem dimensões da vida, e dos que profetizam a ressurreição até o dia quando, aos pés do Cristo de Deus, celebrarão a vitória daquele que no Apocalipse diz: “Não tenham medo. Eu tenho as chaves da morte e do inferno”, pois “Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último. Sou aquele que vive. Estive morto mas agora estou vivo para todo o sempre!”. Amém.
Site do pastor Ed: http://www.edrenekivitz.com/
Site da Igreja Batista de Água Branca: http://www.ibab.com.br/
O mundo religioso tem seu mais novo personagem: o evangélico não praticante. A informação aparece nos resultados das últimas pesquisas realizadas pelo Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais (Ceris) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas pela reportagem O novo retrato da fé no Brasil, publicada na edição 2180 da revista ISTOÉ, de agosto último.
Os evangélicos não praticantes são definidos como “os fiéis que creem mas não pertencem a nenhuma denominação”, sendo cada vez maior o número de pessoas que “nascem em berço evangélico – e, como muitos católicos, não praticam sua fé”. Os dados revelam que “os evangélicos de origem que não mantém vínculos com a crença saltaram, em seis anos, de 0,7% para 2,9%. Em números absolutos, são mais de 4 milhões de pessoas nessa condição”.
As pesquisas apenas confirmaram uma tendência há muito identificada, a saber, o crescente número de pessoas que buscam espiritualidade sem religião, e deseja a experiência da fé sem a necessidade de submissão às instituições religiosas. É o fenômeno da fé privatizada, em que cada um escolhe livremente o que crer, retirando ingredientes das prateleiras disponíveis no mercado religioso.
O novo cenário faz surgir perguntas que exigem respostas urgentes: Para que serve a igreja? Qual a função da comunidade cristã na sociedade e na experiência pessoal de peregrinação espiritual?
A experiência dos cristãos no primeiro século, no dia seguinte ao Pentecostes, narrada no livro dos Atos dos Apóstolos [2.42-47; 4.32-35], serve de referência para a relevância da vivência em comunidade.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a memória da pessoa e obra de nosso senhor Jesus Cristo: “Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos”. Em tempos chamados pós modernos, quando as crenças são desvalorizadas e as verdades se tornam subjetivas e particulares, é importante saber não apenas em quem se crê, e os cristãos compreendem a fé como confiar em uma pessoa, Jesus Cristo, mas também saber o que se crê, e por isso os cristãos chamam de fé também um conjunto de crenças e afirmações a respeito do Deus em quem crêem–confiam. O Evangelho é uma boa notícia, e os cristãos devem saber qual é essa notícia. A igreja é a comunidade que preserva a memória de Jesus, sua pessoa e obra.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança que se fundamenta na abertura para o mistério divino: “Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos [...] com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”.
Em tempos de banalização do sagrado, as pessoas perdem a noção do que Rudolf Otto chama “mysterium tremendum”, isto é, já não têm na alma o temor que coloca o homem de joelhos diante da manifestação do divino e nem mesmo esperam que tal aconteça. A igreja é a comunidade que preserva a expectativa de que o céu se abra, de que o favor divino se derrame sobre a terra.
Enquanto o mundo vai se tornando cada vez mais frio e fechado, condenado às estreitas possibilidades da racionalidade e dos limites do poder humano, a igreja fala do milagre como possibilidade real e os cristãos se dedicam às orações.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a oferta do amor de Deus em resposta à solidão humana: “Eles se dedicavam à comunhão, ao partir do pão [...] Todos os que criam mantinham se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade [...] Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham.
Não havia pessoas necessitadas entre eles, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda e o colocavam aos pés dos apóstolos, que o distribuíam segundo a necessidade de cada um”. Em tempos de individualismo, egoísmo, segregação, e competição darwinista, a igreja é a comunidade da fraternidade, da partilha, da solidariedade e da generosidade. A igreja é a comunidade da aceitação, do perdão e da reconciliação. É na igreja que se concretiza a oração de Jesus a respeito de Deus e os homens: “que sejam um”.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter vivos os sinais do reino de Deus na história: “grandiosa graça estava sobre todos eles”. Conforme Jung Mo Sung, “a igreja é o povo de Deus a serviço do testemunho da presença do Reino de Deus”, que se completa com a afirmação de Ariovaldo Ramos: “a igreja deve viver o que prega para poder pregar o que vive”. A igreja é a comunidade em que o anúncio da presença do Reino de Deus entre os homens é seguido do convite desafio: “Vem e vê”, pois o Evangelho de Jesus Cristo não é apenas uma mensagem em que se deve crer, mas principalmente um novo tempo em que se deve viver.
Para que serve a igreja? A igreja serve para manter viva a esperança da ressurreição: “Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus”. Quando o lacre romano do túmulo de Jesus foi rompido no domingo da ressurreição, a vida afirmou sua vitória sobre os agentes promotores e mantenedores da morte, sobre os processos de morte, que serão enfrentados pela esperança de que um dia a própria morte, último inimigo, cairá de joelhos diante do Senhor da vida.
A igreja é a comunidade dos que se rebelam contra a morte em todos os lugares e todas as dimensões, e contra ela lutam com todas as forças que recebem do doador da vida.
A igreja é a comunidade dos que já não vivem com medo da morte (Hebreus 2.14), dos que anunciam e vivem dimensões da vida, e dos que profetizam a ressurreição até o dia quando, aos pés do Cristo de Deus, celebrarão a vitória daquele que no Apocalipse diz: “Não tenham medo. Eu tenho as chaves da morte e do inferno”, pois “Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último. Sou aquele que vive. Estive morto mas agora estou vivo para todo o sempre!”. Amém.
PALAVRA DO DIA
"Mas agora assim diz o Senhor, aquele que o criou, ó Jacó, aquele que o formou, ó Israel: "Não tema, pois eu o resgatei; eu o chamei pelo nome; você é meu. Quando você atravessar as águas eu estarei com você; quando atravessar os rios, eles não o encobrirão. Quando você andar através do fogo, não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas"
ISAIAS 43:1-2
ISAIAS 43:1-2
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
PALAVRA DO DIA
"Seja constante o amor fraternal. Não se esqueçam da hospitalidade; foi pratcando-a que, sem o saber, alguns acolheram anjos"
HEBREUS 13:1
HEBREUS 13:1
domingo, 18 de setembro de 2011
PALAVRA DO DIA
"A boa reputação vale mais que grandes riquezas; desfrutar de boa estima vale mais que prata e ouro"
PROVÉRBIOS 22:1
PROVÉRBIOS 22:1
sábado, 17 de setembro de 2011
CORAÇÃO GRATO
"Se você mantiver um coração humilde, submisso e cheio de fé e de expectativa, verá a bondade de Deus se manifestar no meio de tudo o que lhe acontece."
Do Livro: Fé Crucial em Tempos Dífíceis: como Deus ilumina nossa jornada um passo de cada vez
Stormie Omartian - Editora Mundo Cristão
Pude comprovar essa frase um dia desses em meu ambiente de trabalho. Dona Maria, faxineira na instituição em que leciono, é uma mulher com pouco mais de 1,50 metro, mas com um sorriso que preencher o lugar onde está, por toda a sua sinceridade.
Conheço Dona Maria há mais de cinco anos e me chama a atenção verificar a alegria que ela apresenta todos os dias, mesmo com todas as dificuldade que uma pessoa de origem simples enfrenta.
Certa vez descobri o motivo de toda a sua alegria com uma frase que ela expressou: "Sou muito grata a Deus pela oportunidade de trabalhar e ganhar o meu dinheiro. Como sei que esse emprego foi dado por Ele, preciso fazer a minha parte da melhor maneira possível"
Isso para mim é o reflexo do Reino de Deus em nós. Fazermos o melhor em qualquer situação em que estejamos para que com isso glorifiquemos a Deus.
Não precisamos conhecer muito a Dona Maria para percebermos a luz de Deus em sua face, enfim ela resolveu viver uma vida que celebra a Deus!
Que aprendamos a viver com essa humildade e simplicidade, deixando que nossos atos reflitam a Glória de Deus em nós.
PALAVRA DO DIA
"Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder. Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do Diabo, pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contras as forças espirituais do mal nas regiões celestiais"
EFÉSIOS 6:10-12
EFÉSIOS 6:10-12
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
CRISTO EM NÓS
Este é um estudo que li no site do Pastor e Líder de Louvor Daniel Souza, e achei que vale a pena compartilhar.
Site do Pastor Daniel Souza: http://www.danielsouza.com.br/
Espero que gostem!
Site do Pastor Daniel Souza: http://www.danielsouza.com.br/
Espero que gostem!
Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus.
Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra;
porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus.
Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória. (Cl.3.1-4)
O que significa a vida cristã? Significa a vida de Cristo.
Pois foi isto mesmo que Deus planejou, manifestar a vida de seu Filho Jesus nos discípulos.
Paulo recebeu revelação desta verdade. Ele pode compreender pelo Espírito Santo que somos participantes com Jesus em sua morte (3) e ressurreição (1).
É verdade que Jesus morreu. Pois bem, é verdade que eu morri com Ele. É também verdade que o Senhor Jesus ressuscitou. Também é verdade que eu ressuscitei com Jesus.
Somos participantes com Jesus, pela fé (certeza; convicção), em sua morte, ressurreição e até sua exaltação (Ef.1.3).
Que maravilha! Deus nos uniu a Jesus. Estamos intimamente ligados ao Senhor. Nós nEle e Ele em nós. Aleluia!
É por isso que no verso 4 Paulo afirma, sem margem de erro ou dúvida, que “Cristo é a nossa vida”. Entendemos bem esta afirmação? “CRISTO É A NOSSA VIDA”. Não será nossa vida; Ele é nossa vida. Aleluia!
Isto é tremendo! “Não sou mais eu quem vive MAS CRISTO É QUEM VIVE EM MIM” (Gl.2.20).
“Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar...”
É isto que precisa acontecer. Temos que deixar o Senhor livre para manifestar sua vida em nós; assim, nos manifestaremos com Ele, em glória.
Isto é uma realidade espiritual para hoje; para ser vivida aqui e agora.
Cristo quer se manifestar em cada um e a cada um de seus discípulos o mais rápido possível. O próprio Jesus trabalhou esta verdade com seus discípulos no passado (Jo.14.20-23). O Espírito Santo quer nos dar revelação desta gloriosa verdade.
Isto não só traz impacto para nós, os discípulos, mas a todos os que nos cercam. Cristo em nós significa a continuidade de sua maravilhosa obra (At.10.38).
A vida de Jesus é excelente. Ele é perfeito. Sabe tudo; pode tudo. Agradou a Deus em todas as coisas. Viveu em santidade e obediência.
Jesus quer manifestar suas virtudes. Ele deseja continuar manifestando a glória de Deus na terra; agora, através de nós.
No amor de Jesus, Daniel Souza.
PALAVRA DO DIA
"Portanto, assim como vocês receberam a Cristo Jesus, o Senhor, continuem a viver Nele, enraizados e edificados Nele, firmados na fé, como foram ensinados, transbordando de gratidão"
COLOSSENSES 2:6-7
COLOSSENSES 2:6-7
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
PALAVRA DO DIA
"O temor do Senhor conduz à vida: quem o teme pode descansar em paz, livre de problemas"
Provérbios 19:23
Provérbios 19:23
VIDA
"O campo tem de ser fragmentado, o ferro, derretido, o pomar, podado, o trigo, joeirado, a correnteza, aprisionada acima do moinho. Talvez aconteça o mesmo com a vida do homem. Da derrota devem nascer grandes conquistas, das lágrimas, propósitos intensificados, do desespero, a esperança. Por que deveria o homem cair, senão para se reerguer, morrer, senão para viver?"
GEORGE DELL
É normal que em nossas vidas passemos por momentos difíceis. E é nesses momentos que acabamos percebendo o "silêncio de Deus". Como é fácil acharmos que Deus nos abandonou quando passamos por dificuldades.
Nos esquecemos que todos os "heróis" da Bíblia, inclusive aqueles que andaram diretametne com o mestre, também fracassaram e sofreram em alguns momentos. Chegaram até a negar ao Senhor num momento de intenso medo e sofrimento.
Com o tempo perceberam que mesmo com todo o sofrimento vale a pena continuar junto do Mestre, e que ainda que duvidemos de sua presença ele nos ama de forma incondicional.
A Bíblia não promete "um mar de rosas" e sim que mesmo em meio às dificuldades Deus estará conosco.
Por muito tempo me fiz a pergunta: "Por que coisas ruins acontecem com pessoas boas?", e mesmo sem ainda encontrar uma resposta para isso, creio que as dificuldades são momentos para questionarmos a Deus e com isso fortalecer a nossa fé, Naquele que estará conosco todos os dias de nossas vidas.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
PALAVRA DO DIA
"Reconheçam que o Senhor é o nosso Deus. Ele nos fez e somos dele: e rebanho do seu pastoreio. Entrem por suas portas com ações de graças, em seus átrios, com louvor; dêem-lhe graças e bendigam o seu nome. Pois o Senhor é bom e o seu amor leal e eterno; a sua fidelidade permanece por todas as gerações"
Salmo 100:3-5
Salmo 100:3-5
terça-feira, 13 de setembro de 2011
PALAVRA DO DIA
Jesus respondeu: "Quem beber desta água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Ao contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar pela vida eterna"
João 4:13-14
João 4:13-14
VIVER O EVANGELHO
"Chegamos a nos esgoelar para impressionar Deus, brigamos para chamar a sua atenção, nos debatemos na tentativa de consertar nossos defeitos e vivemos o evangelho de modo tão sem graça que mal conseguimos atrair os cristão normais e os incrédulos à verdade"
Essa frase extraída do livro "O Impostor que Vive em Mim" de Brennan Manning (Editora Mundo Cristão) despertou a minha atenção.
É muito interessante como não conseguimos viver o evangelho pela graça e achamos que se Deus nos dá alguma coisa é pelo nosso merecimento.
Com isso acabamos nos achando o centro de todas as atrações e que é uma obrigação de Deus nos abençoar, e quando fazemos alguma coisa boa, queremos que todos saibam e nos tornamos inoportunos em diversos momentos.
Para vivermos o reino de Deus aqui na terra temos que ter a consciência de que Deus está conosco em todo o tempo e que tudo o que fazemos deve glorificar o seu nome, desde o simples fato de cumprimentar um funcionário de seu condomínio, na maneira de falarmos com nossos filhos, em como cuidamos dos nossos conjuges, na maneira como fazemos o nosso trabalho secular.
Ou seja, não temos como separar a nossa vida "espiritual" de nosso dia. Não existe um lugar para sermos "mais cristãos" do que outros.
As pessoas não querem mais ficar ouvindo falar de Jesus, elas querem "ver Jesus em nós"
Essa frase extraída do livro "O Impostor que Vive em Mim" de Brennan Manning (Editora Mundo Cristão) despertou a minha atenção.
É muito interessante como não conseguimos viver o evangelho pela graça e achamos que se Deus nos dá alguma coisa é pelo nosso merecimento.
Com isso acabamos nos achando o centro de todas as atrações e que é uma obrigação de Deus nos abençoar, e quando fazemos alguma coisa boa, queremos que todos saibam e nos tornamos inoportunos em diversos momentos.
Para vivermos o reino de Deus aqui na terra temos que ter a consciência de que Deus está conosco em todo o tempo e que tudo o que fazemos deve glorificar o seu nome, desde o simples fato de cumprimentar um funcionário de seu condomínio, na maneira de falarmos com nossos filhos, em como cuidamos dos nossos conjuges, na maneira como fazemos o nosso trabalho secular.
Ou seja, não temos como separar a nossa vida "espiritual" de nosso dia. Não existe um lugar para sermos "mais cristãos" do que outros.
As pessoas não querem mais ficar ouvindo falar de Jesus, elas querem "ver Jesus em nós"
domingo, 21 de agosto de 2011
PARA PENSAR!
"Quem diz que crê em Deus e, no entanto não o ama e nem o teme na verdade não crê Nele, mas naqueles que ensinaram que Deus existe. Quem acredita que crê em Deus, mas não tem nenhuma ira no coração, nenhuma angústia no espírito, nenhuma incerteza, nenhuma dúvida, nenhum indício de desespero, mesmo quando consolado, crê apenas na ideia de Deus e não em Deus"
MIGUEL DE UNAMUNO
MIGUEL DE UNAMUNO
A PEDRA
A história de ressurreição de Lázaro sempre foi uma das que mais me impressionou na Bíblia.
O fato de as pessoas pensarem que Jesus havia chegado atrasado, as irmãs chorando, e o próprio Jesus chorou. Acho que não foi pelo amigo morto, mas pela incredulidade daqueles que estavam ao lado do Mestre, mas não conseguiam crer que Ele pudesse fazer alguma coisa.
Lázaro estava sepultado conforme os costumes da época em uma caverna com uma pedra colocada à entrada. Jesus chega e pede para que tirem a pedra. As pessoas o questionam dizendo que o corpo já cheira mal, mas acabam obedecendo. Ele então chama o amigo pelo nome LÁZARO VEM PARA FORA!
Essa imagem para mim é fantástica. Uma pedra colocada entre duas situações totalmente diferente: de um lado da pedra a caverna que lembra a morte, e do outro Jesus representando a vida.
Lázaro obedece e vem para o lado da vida, deixando a morte para trás e se encontrando com o Mestre e amigo.
Me pergunto de que lado da pedra estamos? Será que já demos ouvidos ao chamado de Jesus e passamos para o outro lado da pedra, ou se ainda preferimos ficar no lado da morte, dizendo: se Jesus chegasse antes isso não teria acontecido!
E pensem: Jesus já removeu a pedra na curz do calvário. Escolher de que lado da pedra ficar cabe a cada um de nós.
O fato de as pessoas pensarem que Jesus havia chegado atrasado, as irmãs chorando, e o próprio Jesus chorou. Acho que não foi pelo amigo morto, mas pela incredulidade daqueles que estavam ao lado do Mestre, mas não conseguiam crer que Ele pudesse fazer alguma coisa.
Lázaro estava sepultado conforme os costumes da época em uma caverna com uma pedra colocada à entrada. Jesus chega e pede para que tirem a pedra. As pessoas o questionam dizendo que o corpo já cheira mal, mas acabam obedecendo. Ele então chama o amigo pelo nome LÁZARO VEM PARA FORA!
Essa imagem para mim é fantástica. Uma pedra colocada entre duas situações totalmente diferente: de um lado da pedra a caverna que lembra a morte, e do outro Jesus representando a vida.
Lázaro obedece e vem para o lado da vida, deixando a morte para trás e se encontrando com o Mestre e amigo.
Me pergunto de que lado da pedra estamos? Será que já demos ouvidos ao chamado de Jesus e passamos para o outro lado da pedra, ou se ainda preferimos ficar no lado da morte, dizendo: se Jesus chegasse antes isso não teria acontecido!
E pensem: Jesus já removeu a pedra na curz do calvário. Escolher de que lado da pedra ficar cabe a cada um de nós.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
REPORTAGEM - FOLHA DE SÃO PAULO - ON LINE
Este é um dado para que as igrejas repensem as suas estratégias.
Cresce o número de evangélicos sem ligação com igrejas
Especialistas dizem que processo pode ser análogo ao de quem se identifica como 'católico não praticante'
Pesquisa mostra que, entre 2003 e 2009, fatia de fiéis que dizem não ter vínculo institucional saltou de 4% para 14%
Verônica de Oliveira, do Rio de Janeiro, frequenta três igrejas diferentes
ANTÔNIO GOIS
DO RIO
HÉLIO SCHWARTSMAN
ARTICULISTA DA FOLHA
Verônica de Oliveira, 31, foi batizada católica e vai à missa aos domingos. No entanto, moradora do morro Santa Marta, no Rio, é vista com frequência também nos cultos das igrejas evangélicas Deus é Amor e Nova Vida.
Quando questionada sobre sua filiação, dispara: "Nem eu sei explicar direito. Acho que Deus é um só".
Em cada igreja, ela gosta de uma característica. Na Católica, são os folhetos distribuídos na missa. Na Deus é Amor, "um pastor que fala uma língua meio doida".
Na Nova Vida, aprecia o fato de lerem bastante a Bíblia
Mais do que trair hesitações teológicas, casos como o de Verônica, de "religiosos genéricos", que não se prendem a uma denominação, crescem nas estatísticas.
Um bom indício do fenômeno surge nos dados sobre religião da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), do IBGE, que pesquisou o tema em 2003 e 2009. No período, só entre evangélicos, a fatia dos que se disseram sem vínculo institucional foi de 4% para 14% -um salto de mais de 4 milhões de pessoas.
Entram nesse balaio, além de multievangélicos como Verônica, pessoas que não se sentem ligadas a nenhuma igreja específica, mas não deixaram de considerar-se evangélicos, em processo análogo ao dos chamados "católicos não praticantes".
A intensidade exata do fenômeno só será conhecida quando saírem dados de religião do Censo de 2010.
No entanto, para especialistas consultados pela Folha, a pesquisa, feita a partir de amostra de 56 mil entrevistas, é suficiente para dar boas pistas do movimento.
O pesquisador Ricardo Mariano, da PUC-RS, reconhece que vem ocorrendo aumento de protestantes e pentecostais sem vínculos institucionais, ainda que ele tenha dúvidas se o crescimento foi mesmo tão intenso quanto o revelado pelo IBGE.
INDIVIDUALISMO
Para ele, a desinstitucionalização é resultado do individualismo e da busca de autonomia diante de instituições que defendem valores extemporâneos e exigem elevados custos de seus filiados.
De acordo com o professor, parte dos evangélicos adota o "Believing without belonging" (crer sem pertencer), expressão cunhada pela socióloga britânica Grace Davie sobre o esvaziamento das igrejas ao mesmo tempo em que se mantêm as crenças religiosas na Europa Ocidental.
Para a antropóloga Regina Novaes, uma pergunta que a pesquisa levanta é se este "evangélico genérico" tem semelhanças com o católico não praticante. Para ela, "ambos usufruem de rituais e serviços religiosos mas se sentem livres para ir e vir".
Diana Lima, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos, levanta outra hipótese: "Minha suspeita é que as distinções denominacionais talvez não façam para a população o mesmo sentido que fazem para religiosos e cientistas sociais. Tendo um Jesus Cristo ali para iluminar o ambiente, está tudo certo".
Os dados do IBGE também confirmam tendências registradas na década passada, como a queda da proporção de católicos e protestantes históricos e alta dos sem religião e neopentecostais.
No caso dos sem religião, eles foram de 5,1% da população para 6,7%. Embora a categoria seja em geral identificada com ateus e agnósticos, pode incluir quem migra de uma fé para outra ou criou seu próprio "blend" de crenças -o que reforça a tese da desinstitucionalização.
Para o demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, do IBGE, o que está ocorrendo é um processo de democratização religiosa, "com todos os problemas da democracia".
O maior perdedor é a Igreja Católica, que ficou sem seu monopólio. Segundo Alves, ela vai ceder mais terreno, porque os católicos se concentram nas parcelas de menor dinamismo demográfico.
Já os evangélicos ainda vão crescer muito, garante o demógrafo, pois ganham entre as parcelas da população que têm maior fecundidade.
Outro dado interessante da POF é que aumentou o número dos que declararam uma religião não identificada pelos pesquisadores, o que indica que na década passada mais igrejas surgiram e passaram a disputar o "supermercado da fé", na expressão depreciativa utilizada pelo papa Bento 16.
Por ser amplo, o levantamento permite também identificar, denominação por denominação, o tamanho de cada igreja.
A Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, registrou queda de 24% no número de fiéis. O recuo pode estar relacionado com a criação de igrejas dissidentes.
Ao analisar os números, porém, os pesquisadores consultados dizem que é preciso esperar o Censo para confirmar esse movimento.
Cresce o número de evangélicos sem ligação com igrejas
Especialistas dizem que processo pode ser análogo ao de quem se identifica como 'católico não praticante'
Pesquisa mostra que, entre 2003 e 2009, fatia de fiéis que dizem não ter vínculo institucional saltou de 4% para 14%
Pedro Carrilho/Folhapress![]() |
Verônica de Oliveira, do Rio de Janeiro, frequenta três igrejas diferentes
ANTÔNIO GOIS
DO RIO
HÉLIO SCHWARTSMAN
ARTICULISTA DA FOLHA
Verônica de Oliveira, 31, foi batizada católica e vai à missa aos domingos. No entanto, moradora do morro Santa Marta, no Rio, é vista com frequência também nos cultos das igrejas evangélicas Deus é Amor e Nova Vida.
Quando questionada sobre sua filiação, dispara: "Nem eu sei explicar direito. Acho que Deus é um só".
Em cada igreja, ela gosta de uma característica. Na Católica, são os folhetos distribuídos na missa. Na Deus é Amor, "um pastor que fala uma língua meio doida".
Na Nova Vida, aprecia o fato de lerem bastante a Bíblia
Mais do que trair hesitações teológicas, casos como o de Verônica, de "religiosos genéricos", que não se prendem a uma denominação, crescem nas estatísticas.
Um bom indício do fenômeno surge nos dados sobre religião da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), do IBGE, que pesquisou o tema em 2003 e 2009. No período, só entre evangélicos, a fatia dos que se disseram sem vínculo institucional foi de 4% para 14% -um salto de mais de 4 milhões de pessoas.
Entram nesse balaio, além de multievangélicos como Verônica, pessoas que não se sentem ligadas a nenhuma igreja específica, mas não deixaram de considerar-se evangélicos, em processo análogo ao dos chamados "católicos não praticantes".
A intensidade exata do fenômeno só será conhecida quando saírem dados de religião do Censo de 2010.
No entanto, para especialistas consultados pela Folha, a pesquisa, feita a partir de amostra de 56 mil entrevistas, é suficiente para dar boas pistas do movimento.
O pesquisador Ricardo Mariano, da PUC-RS, reconhece que vem ocorrendo aumento de protestantes e pentecostais sem vínculos institucionais, ainda que ele tenha dúvidas se o crescimento foi mesmo tão intenso quanto o revelado pelo IBGE.
INDIVIDUALISMO
Para ele, a desinstitucionalização é resultado do individualismo e da busca de autonomia diante de instituições que defendem valores extemporâneos e exigem elevados custos de seus filiados.
De acordo com o professor, parte dos evangélicos adota o "Believing without belonging" (crer sem pertencer), expressão cunhada pela socióloga britânica Grace Davie sobre o esvaziamento das igrejas ao mesmo tempo em que se mantêm as crenças religiosas na Europa Ocidental.
Para a antropóloga Regina Novaes, uma pergunta que a pesquisa levanta é se este "evangélico genérico" tem semelhanças com o católico não praticante. Para ela, "ambos usufruem de rituais e serviços religiosos mas se sentem livres para ir e vir".
Diana Lima, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos, levanta outra hipótese: "Minha suspeita é que as distinções denominacionais talvez não façam para a população o mesmo sentido que fazem para religiosos e cientistas sociais. Tendo um Jesus Cristo ali para iluminar o ambiente, está tudo certo".
Os dados do IBGE também confirmam tendências registradas na década passada, como a queda da proporção de católicos e protestantes históricos e alta dos sem religião e neopentecostais.
No caso dos sem religião, eles foram de 5,1% da população para 6,7%. Embora a categoria seja em geral identificada com ateus e agnósticos, pode incluir quem migra de uma fé para outra ou criou seu próprio "blend" de crenças -o que reforça a tese da desinstitucionalização.
Para o demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, do IBGE, o que está ocorrendo é um processo de democratização religiosa, "com todos os problemas da democracia".
O maior perdedor é a Igreja Católica, que ficou sem seu monopólio. Segundo Alves, ela vai ceder mais terreno, porque os católicos se concentram nas parcelas de menor dinamismo demográfico.
Já os evangélicos ainda vão crescer muito, garante o demógrafo, pois ganham entre as parcelas da população que têm maior fecundidade.
Outro dado interessante da POF é que aumentou o número dos que declararam uma religião não identificada pelos pesquisadores, o que indica que na década passada mais igrejas surgiram e passaram a disputar o "supermercado da fé", na expressão depreciativa utilizada pelo papa Bento 16.
Por ser amplo, o levantamento permite também identificar, denominação por denominação, o tamanho de cada igreja.
A Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, registrou queda de 24% no número de fiéis. O recuo pode estar relacionado com a criação de igrejas dissidentes.
Ao analisar os números, porém, os pesquisadores consultados dizem que é preciso esperar o Censo para confirmar esse movimento.
domingo, 14 de agosto de 2011
VER A DEUS!
É engraçado como as pessoas procurarm ver a Deus!
Elas querem vê-lo em grandes obras, em grandes milagres, em grandes curas, e quando essas coisas não acontecem, alguns logo pensam que Deus as abandonou.
Esquecemos de olhar as coisas simples, e perceber que o Senhor nos acompanha em todos os momentos.
Lembro uma vez que estava fazendo um trabalho com fantoches na Igreja Primitiva da Fé de Ermelino Matarazzo, pastoreada pelo nosso querido amigo e irmão em Cristo, Pastor Novais, e ao final do trabalho, uma senhora, muito simples, com roupas muito simples, com muitas falhas nos dentes e sem saber falar direito, me deu um dos sorrisos mais bonitos que já vi, me abraçou e disse: "Obrigado, acho que eu nunca me diverti tanto! Deus te abençoe"
Naquele momento tive a certeza de que vi a Cristo naquele simples gesto.
Vi como Cristo se manifesta através das pessoas simples e de coração sincero, e me senti útil e usado por Deus, por ter levado alegria para aquela senhora, que mesmo com tantas dificuldades que aparentava ter, estava lá agradecendo a Deus por sua vida.
Isso me faz lembrar Matheus 25:35-36 "Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer, tive sede, e vocês me deram de beber, fui estrangeiro e vocês me acolheram, necessitei de roupas e vocês me vestiram, estive enfermo, e vocês cuidaram de mim, estive preso e vocês me visitaram"
Elas querem vê-lo em grandes obras, em grandes milagres, em grandes curas, e quando essas coisas não acontecem, alguns logo pensam que Deus as abandonou.
Esquecemos de olhar as coisas simples, e perceber que o Senhor nos acompanha em todos os momentos.
Lembro uma vez que estava fazendo um trabalho com fantoches na Igreja Primitiva da Fé de Ermelino Matarazzo, pastoreada pelo nosso querido amigo e irmão em Cristo, Pastor Novais, e ao final do trabalho, uma senhora, muito simples, com roupas muito simples, com muitas falhas nos dentes e sem saber falar direito, me deu um dos sorrisos mais bonitos que já vi, me abraçou e disse: "Obrigado, acho que eu nunca me diverti tanto! Deus te abençoe"
Naquele momento tive a certeza de que vi a Cristo naquele simples gesto.
Vi como Cristo se manifesta através das pessoas simples e de coração sincero, e me senti útil e usado por Deus, por ter levado alegria para aquela senhora, que mesmo com tantas dificuldades que aparentava ter, estava lá agradecendo a Deus por sua vida.
Isso me faz lembrar Matheus 25:35-36 "Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer, tive sede, e vocês me deram de beber, fui estrangeiro e vocês me acolheram, necessitei de roupas e vocês me vestiram, estive enfermo, e vocês cuidaram de mim, estive preso e vocês me visitaram"
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
OS DOMINGOS PRECISAM DE DESCANSO
Caros,
Vi esse texto quando estava lendo o blog de Ana Paula Valadão, e acho que existem alguns princípios que devemos retornar.
O Blog da Ana Paula Valadão pode ser acessado através do site do Ministério Diante do Trono.http://www.diantedotrono.com.br/
Os Domingos Precisam de Feriados
Toda sexta-feira à noite começa o shabat para a tradição judaica. Shabat é o conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de produção, inspirado no descanso divino, no sétimo dia da Criação.
Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como fundamental para a saúde de tudo o que é vivo. A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte é pausa. Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue.
Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta.
Hoje, o tempo de ‘pausa’ é preenchido por diversão e alienação. Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações ‘para não nos ocuparmos’. A própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar. E a incapacidade de parar é uma forma de depressão.
O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas condições. Nossas cidades se parecem cada vez mais com a Disneylândia. Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas. Fim de dia com gosto de vazio. Um divertido que não é nem bom nem ruim. Dia pronto para ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo.
Entramos no milênio num mundo que é um grande shopping. A Internet e a televisão não dormem. Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme. As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante. A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim.
Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo. Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa. O futuro é tão rápido que se confunde com o presente. As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o domingo de um feriado…
Nossos namorados querem ‘ficar’, trocando o ‘ser’ pelo ‘estar’. Saímos da escravidão do século XIX para o leasing do século XXI – um dia seremos nossos?
Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante. Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco. Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos…
Parar não é interromper. Muitas vezes continuar é que é uma interrupção. O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair – literalmente, ficar desatento. É um dia de atenção, de ser atencioso consigo e com sua vida. A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é ‘o que vamos fazer hoje?’ – já marcada pela ansiedade. E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de Domingo.
Quem ganha tempo, por definição, perde. Quem mata tempo, fere-se mortalmente. É este o grande ‘radical livre’ que envelhece nossa alegria – o sonho de fazer do tempo uma mercadoria.
Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares. A pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois. A pausa é que dá sentido à caminhada. A prática espiritual deste milênio será viver as pausas. Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou e quando algo vai começar.
Afinal, por que o Criador descansou? Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada, seja dá-lo como concluído.
Rabino Nilton Bonder”
CRIANÇAS
"Digo-lhes a verdade: quem não receber o Reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele" Marcos 10:15
É impressionante como as crianças nos ensinam sobre o Reino de Deus e a nossa relação com o Pai.
Lembro quando a minha filha mais velha, hoje com dez anos, tinha por volta de 1 ano e meio e estávamos brincando na piscina.
Ela na beirada da piscina e eu dentro da água pedindo que ela pulasse para mergulhar. No começo ela titubeou ma logo deu grande pulo, certa de que eu estaria na água para segurá-la e, portanto, estaria segura.
Às vezes penso que Deus está na mesma situação. Está no meio do seu Reino de braços abertos, nos convidando para confiar Nele e pular em seu colo, e também estamos titubeando.
Será que temos a coragem de confiar no Pai da mesma maneira que desejamos que nossos filhos confiem em nós?
Será que estamos dispostos a aceitar a repreensão de Deus da mesma maneira que queremos que os nosso filhos entendam as vezes que temos que repreendê-los?
Não podemos resolver todos os problemas de nossos filhos, pois algumas dificuldades são importantes para o seu crescimento e seu desenvolvimento, mas fazemos questão de que nossos filhos saibam que mesmo com seus erros estamos ao seu lado.
Acredito que é assim que funciona o nosso relacionamento com Deus. Ele não resolverá todos os nosso problemas, nem atenderá a todas as nossas "manias", mas tenho certeza que mesmo depois de fazermos as nossas besteiras, que não são poucas, Ele estará de braços abertos nos esperando.
Então o que faremos: ficaremos na beira da piscina ou mergulharemos para experimentar o abraço de Deus?
É impressionante como as crianças nos ensinam sobre o Reino de Deus e a nossa relação com o Pai.
Lembro quando a minha filha mais velha, hoje com dez anos, tinha por volta de 1 ano e meio e estávamos brincando na piscina.
Ela na beirada da piscina e eu dentro da água pedindo que ela pulasse para mergulhar. No começo ela titubeou ma logo deu grande pulo, certa de que eu estaria na água para segurá-la e, portanto, estaria segura.
Às vezes penso que Deus está na mesma situação. Está no meio do seu Reino de braços abertos, nos convidando para confiar Nele e pular em seu colo, e também estamos titubeando.
Será que temos a coragem de confiar no Pai da mesma maneira que desejamos que nossos filhos confiem em nós?
Será que estamos dispostos a aceitar a repreensão de Deus da mesma maneira que queremos que os nosso filhos entendam as vezes que temos que repreendê-los?
Não podemos resolver todos os problemas de nossos filhos, pois algumas dificuldades são importantes para o seu crescimento e seu desenvolvimento, mas fazemos questão de que nossos filhos saibam que mesmo com seus erros estamos ao seu lado.
Acredito que é assim que funciona o nosso relacionamento com Deus. Ele não resolverá todos os nosso problemas, nem atenderá a todas as nossas "manias", mas tenho certeza que mesmo depois de fazermos as nossas besteiras, que não são poucas, Ele estará de braços abertos nos esperando.
Então o que faremos: ficaremos na beira da piscina ou mergulharemos para experimentar o abraço de Deus?
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
VALE A PENA LER
O texto abaixo pertence ao Pastor Ed Rene Kivitz, pastor da Igreja Batista de Água Branca e muito me abençoou. Espero que abençoe você também!
http://www.ibab.com.br/
A oração simples
Não existe oração errada. Aliás, a oração errada é aquela que não é feita. A Bíblia Sagrada ensina que se deve orar a respeito de tudo. Orar por qualquer motivo, qualquer hora, qualquer lugar, sempre que o coração não estiver em paz. Tão logo o coração experimente apreensão, preocupação, medo, angústia, enfim, seja perturbado por alguma coisa, a ação imediata de quem confia em Deus é a oração.
O apóstolo Paulo diz que não precisamos andar ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, com ação de graças, devemos apresentar nossos pedidos a Deus, tendo nas mãos a promessa de que a paz de Deus que excede todo o entendimento, guardará nossos sentimentos e pensamentos em Cristo Jesus (Filipenses 4.6,7). A expressão "coisa alguma" inclui desde uma vaga no estacionamento do shopping center até o fechamento de um negócio, o desejo de que não chova no dia da festa até a enfermidade de uma pessoa querida.
Esta experiência de oração é chamada de oração simples: orar sem censura filosófica ou teológica, orar sem se perguntar "é legítimo pedir isso a Deus?" ou "será que Deus se envolve nesse tipo de coisa?". Simplesmente orar.
A garantia que temos quando oramos assim é a paz de Deus em nossos corações e mentes. A Bíblia não garante que Deus atenderá nossos pedidos exatamente como foram feitos: pode ser que a vaga no estacionamento não seja encontrada e que chova no dia da festa. A oração não se presta a fazer Deus trabalhar para nós, atendendo nossos caprichos e provendo o nosso conforto. Já que a causa da oração simples é a ansiedade, a resposta de Deus é a paz. O resultado da oração não é necessariamente a mudança da realidade a respeito da qual se ora, mas a mudança da pessoa que ora. A mudança da situação a respeito da qual se ora é uma possibilidade, a mudança do coração e da mente da pessoa que ora é uma realidade. Deus não prometeu dizer sim a todos os nossos pedidos, mas nos garantiu dar paz e nos conduzir à serenidade. Não prometeu nos livrar do vale da sombra da morte, mas nos garantiu que estaria lá conosco e nos conduziria em segurança através dele.
O maior fruto da oração não é o atendimento do pedido ou da súplica, mas a maturidade crescente da pessoa que ora. Na verdade, a estatura espiritual de uma pessoa pode ser medida pelo conteúdo de suas orações. Assim como sabemos se nossos filhos estão crescendo observando o que nos pedem e o que esperam de nós, podemos avaliar nosso próprio crescimento espiritual através de nossos pedidos e súplicas a Deus. As orações revelam o que realmente ocupa nossos corações, o que realmente é objeto dos nossos desejos, o que nos amedronta, nos desestabiliza e nos rouba a paz.
O apóstolo Paulo diz que quando era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Mas quando se tornou homem, deixou para trás as coisas de menino (1Coríntios 13.11). Não existe oração certa e errada. Mas existe oração de menino e oração de homem. Oração de menina e oração de mulher. A diferença está no coração: coração de menino e de menina, ora como menino e menina. A nossa certeza é que Deus também gosta de crianças.
domingo, 7 de agosto de 2011
PAI
"O amor, acredito é hereditário. Os pais amam os filhos mais que estes a eles, para que os filhos possam encontrar a plenitude do amor dos pais apenas quando se tornarem pais eles próprios"
Reverendo King, Retirado do Livro "O Deus (in)visível de Philip YanceyQuando me converti ao evangelho de Cristo, cri logo de início que Ele deu o seu único filho por amor à mim e a humanidade, porém não conseguia entender a profundidade dessa relação entre um Deus e seus filhos.
Quando há dez anos atrás nasceu a minha primeira filha, pude perceber o quanto deve ter sido difícil para Deus entregar o seu único filho. É um sentimento que só conseguimos medir quando temos os nossos filhos e percebemos o quanto os amamos de maneira incondicional.
Imagine você ter que entregar o seu filho para salvar um monte de gente que mais tarde lhe virará as costas e esquecerá desse feito.
Mas mesmo assim existe o que a Bíblia chama de "Graça".
Deus fez o que fez sem esperar nada em troca, mas por amor, nos dando a liberdade para escolher o caminho que queremos andar.
E em tudo podemos pensar no que isso representa para nós: não existe nada que possamos fazer para que Deus possa nos amar mais, nem nada que possamos fazer para que Deus deixe de nos amar'.
Ou seja, Deus nos ama e nunca deixará de nos amar independentemente do que possamos fazer ou pensar.
Mas quando esse amor alcança o nosso coração de verdade, o nosso maior desejo é viver de uma maneira que agrade a Deus, e então começamos a escolher os caminhos que Ele gostaria que escolhessemos.
Pense nisso.
A FÉ E O MEDO
Recentemente ouvi uma ministração do Pastor Ariovaldo Ramos dizendo que a grande disputa entre os cristão de hoje em dia é o dilema entre a Fé e o Medo.
Muitas vezes não tomamos certas decisões por medo do que aquilo possa nos causar em termos familiares, financeiros, espirituais, e por isso questionamos a nossa Fé em Cristo.
Me pergunto: a Fé em Cristo realmente nos livra de todos os medos? Se verificarmos na Bíblia os homens que andavam diretamente com Jesus vacilaram muitas vezes e tomaram decisões erradas, que os levaram a consequencias desastrosas.
Mas o grande significado é que mesmo assim, Cristo continuou ao lado de cada um.
Por isso acho que nos dias de hoje não devemos nos preocupar quando temos medo de tomar uma decisão, achando que isso representaria falta de Fé. Devemos nos preocupar caso não sintamos mais os medos e começamos a achar que Cristo não está mais conosco.
Lembre-se que a cada dia Deus nos dá um bilhete de carinho, quando acordamos e vemos que Ele permitiu mais um dia para expressarmos o seu amor.
A mensagem do Pastor Ariovaldo Ramos pode ser encontrada no site da Igreja Batista da Água Branca no site www.ibab.com.br
Deus os abençoe.
Assinar:
Comentários (Atom)
